Portogallo

Desemprego registado desce 2,8% na Madeira

O Jornal Económico - 1 ora 43 min fa

O desemprego registado na Madeira desceu 2,8%, para 15.743 pessoas, em maio, quando comparado com o mês anterior, e 5,6%, face ao período homólogo, de acordo com os dados do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

O ritmo de descida do desemprego registado na Madeira foi o mais baixo do país quando comparado com o mês anterior, e o segundo mais lento, à frente do Algarve, em termos homólogos.

Os Açores tiveram um melhor desempenho que a Madeira em termos do ritmo de quebra no desemprego registado. face ao mês anterior a descida foi de 3,9% e no período homólogo de 14,5%.

A Madeira teve um aumento de 17,9% nas ofertas de emprego, de 5,9% no desempregados inscritos, de 31,5% nas ofertas de emprego recebidas, de 19,8% nas colocações efetuadas, face ao mês anterior.

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Marcelo diz que organização e gestão da floresta é o grande desafio

PÚBLICO - 1 ora 43 min fa
Presidente da República inaugurou as novas instalações de uma farmácia que foi destruída pelas chamas em Outubro de 2017, em Tondela.
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De João Cancelo a João Félix: Formação do Seixal já rendeu 315 milhões ao Benfica

O Jornal Económico - 1 ora 45 min fa
João Carvalho

Foi transferido para o Nottingham Forest em 2018 por 15 milhões de euros.

Hélder Costa

O jogador rumou ao Wolverhampton em 2017 por 15 milhões de euros.

João Cancelo

O atual lateral da Juventus, foi vendido em 2015 ao Valência por 15 milhões de euros.

Ivan Cavaleiro

A transferência de Ivan Cavaleiro para Monaco acontceu em 2015. O clube francês comprou o jogador de Benfica por um valor de 15 milhões de euros. Atualmente veste a camisola de Wolverhampton onde o seu valor de mercado baixou para 10 milhões de euros.

Bernardo Silva

O jogador de Benfica foi transferido ao clube de futebol de Monaco em 2015. Bernardo Silva foi comprado pelo clube francês por 15,75 milhões de euros. Atualmente, o jogador de 24 anos joga para Manchester City onde o seu valor de mercado cresceu para 100 milhões de euros.

André Gomes

Transferido para o Valência em 2016, o médio rendeu 20 milhões ao Benfica.

Gonçalo Guedes

A transferência de Gonçalo Guedes para o Paris Saint-Germain aconteceu em 2017 por 30 milhões de euros. Atualmente, veste a camisola do Valência.

Victor Lindelöf

O defesa central foi vendido ao Manchester United por 35 milhões de euros em 2017.

Renato Sanches

O médio foi vendido ao Bayern Munique por 35 milhões de euros em 2016.

João Félix

A transferência de João Felix, embora não seja confirmado, vai ser a transferencia mais valiosa de o Benfica. O jogador de 19 anos vai ser vendido ao Atlético Madrid para um valor de 120 milhões de euros. Atualmente, o jogador de Benfica tem o valor de mercado fixado em 70 milhões de euros.

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J.J. Abrams é avaliado em 446 milhões de euros e volta a assinar contrato com Warner

O Jornal Económico - 1 ora 48 min fa

“Perdidos”, “Felicity”, “Missão Impossível 3”, “Star Trek” e “Star Wars: O Despertar da Força” são apenas algumas obras que se encontram no vasto currículo de J.J. Abrams. O conhecido realizador e produtor vai ficar “em casa”, segundo o jornal espanhol ‘El Mundo’.

Foram precisos três meses de negociações com os diversos pretendentes que este tinha na palma da mão. Um desses pretendentes era o novo canal televisivo da Apple, mas foi a proposta da WarnerMedia que o atraiu para a renovação do contrato de colaboração com a sua empresa ‘Bad Robot’.

Apesar de o atual contrato ainda não ter chegado ao fim, a Warner decidiu assegurar um dos maiores produtores da atualidade. Fontes ligadas à área estimam que o realizador possa ser avaliado em 500 milhões de dólares (cerca de 446 milhões de euros). Nesse caso, Abrams é o produtor e realizador mais valioso. Atrás de si está, então, Greg Berlanti, criador do universo dos heróis, com 400 milhões de dólares (357 milhões de euros), seguido por Ryan Murphy, criador de séries como ‘American Horror Story’, que se mudou para a Netflix por 300 milhões de dólares (267 milhões de euros).

Shonda Rhimes, a rainha de ‘Anatomia de Grey’ e ‘Scandal’, assinou um contrato com a Netflix por 100 milhões de dólares (89 milhões de euros), enquanto Lisa Joy e Jonathan Nolan, responsáveis por ‘WestWorld’, migraram da Warner para a Amazon por 150 milhões de dólares (133 milhões de euros).

Com o novo contrato, J.J. Abrams e a empresa que detém com a mulher, ‘Bad Robots’, continuam associados à Warner, com quem trabalham desde 2006. Netflix, Amazon, Comcast e Sony Entertainment também estavam na corrida para ficar com Abrams.

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Presidente da Câmara de Castelo Branco notificado da perda de mandato

O Jornal Económico - 1 ora 52 min fa

O presidente da Câmara de Castelo Branco, Luís Correia (PS), foi esta quarta-feira notificado pelo Tribunal Administrativo e Fiscal daquela cidade da perda de mandato, disse à agência Lusa o advogado do autarca.

Artur Marques disse à Lusa que Luís Correia vai recorrer da decisão, tomada no âmbito de uma ação judicial interposta pelo Ministério Público.

O Ministério Público tinha pedido a perda de mandado de Luís Correia, depois de ter sido divulgado pelo jornal Público que o autarca socialista teria assinado dois contratos com uma empresa detida pelo seu pai.

Na resposta ao jornal, na ocasião, Luís Correia falou em “lapso evidente e ostensivo” e explicou que o último daqueles dois contratos, o de 2015, foi por si anulado depois de constatar “o lapso cometido”, “apesar de ter sido mantido na plataforma eletrónica” dos contratos públicos.

Os vários partidos da oposição local, nomeadamente PSD, CDS-PP, PCP e BE, exigiram mais transparência e pediram uma fiscalização à autarquia.

O advogado Artur Marques disse estar “verdadeiramente em choque com a decisão” do tribunal, que, no seu entender, “tem uma conceção verdadeiramente errada dos pressupostos da perda de mandato, por dois motivos”.

“Primeiro, mesmo tendo as intervenções sido norteadas para servir o melhor interesse público, o tribunal considera que a irregularidade de contratar uma empresa nestas circunstâncias justifica a perda de mandato. Em segundo lugar, o tribunal deu como provado que o réu não teve qualquer influência ou participação nas propostas de abertura dos procedimentos, nem na indicação das empresas a convidar, na urgência ou não do procedimento a adotar ou na seleção dos concorrentes”, referiu.

Artur Marques questionou a decisão e perguntou: “Como é que é possível que com estes pressupostos se determine a perda de mandato?”

Referindo que “não há nenhuma vantagem pessoal do presidente” do município, o advogado disse que vai recorrer ao Tribunal Central Administrativo, “com a máxima convicção”.

O pedido de recurso tem efeito suspensivo.

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Como os olhos dos cães evoluíram para “domesticar”os humanos

O Jornal Económico - 1 ora 53 min fa

Os chamados “olhinhos de cachorrinho” já têm explicação. Um estudo publicado na Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos da América vem agora provar que estes animais, descendentes dos lobos, desenvolveram músculos à volta dos olhos para agradar aos humanos e criar reações de empatia e proteção.

O estudo intitulado de “Evolution of facial muscle anatomy in dogs” (“A evolução da anatomia do músculo facial nos cães”, tradução livre para português) traz  provas biológicas de que os cães domesticados desenvolveram uma habilidade especial para estabelecer uma comunicação mais eficaz com os seres humanos. Isso ocorreu em dois músculos faciais que fazem os olhos parecer maiores e mais ternurentos.

O documento foi desenvolvido pela universidade norte-americana de Portsmouth e informa que os músculos em causa ficaram conhecidos como RAOL e LAOM, e concluiu-se que a raça husky é aquela que tem este músculo menos desenvolvido, precisamente pelo facto de serem os cães que mais se assemelham aos lobos.

A anatomista Anne Burrows, da Universidade Duquesne dos Estados Unidos, explica que, em termos evolutivos, as mudanças nos músculos faciais dos cães foram “notavelmente rápidas” e podem estar “diretamente ligadas à interação social melhorada dos cães com os humanos”. “As sobrancelhas expressivas dos cães são, assim, o resultado da seleção baseada nas preferências dos seres humanos”, explica o estudo.

Mas esta teoria não é novidade. Vários estudos anteriores já tinham demonstrado que as expressões caninas provocam reações nos humanos, mas os novos estudos vão ainda mais longe e provam alterações anatómicas que fazem os olhos dos cães parecerem maiores e mais expressivos provocam reações que “dão a ilusão de comunicação humana”. É nesta domesticação que começou há 33 mil anos trouxe alterações anatómicas e comportamentais para humanos e para os cães, tornando-os no “melhor amigo do homem”.

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CNE diz que coincidência entre campanha para legislativas e regionais na Madeira é problema “difícil”

O Jornal Económico - 1 ora 57 min fa

A Comissão Nacional de Eleições (CNE) admitiu hoje que a coincidência entre o início da campanha para as legislativas e o dia da votação das regionais da Madeira, em 22 de setembro, é um “problema” de “difícil” resolução.

A questão foi abordada hoje num encontro entre elementos da CNE e órgãos de comunicação social da Madeira, realizado no Funchal, para abordar aspetos relacionados com a cobertura jornalística e os próximos atos eleitorais.

O Presidente da República definiu a data de 22 de setembro para as legislativas regionais e o dia 06 de outubro para as legislativas nacionais, mas as eleições “não estão ainda marcadas” oficialmente, sublinhou o porta-voz da CNE, João Tiago Machado, numa referência ao facto de ainda não terem sido publicados os decretos de Marcelo Rebelo de Sousa a oficializar as datas.

De acordo com o artigo 53.º da Lei Eleitoral para Assembleia da República, relativo ao “início e termo da campanha eleitoral”, “o período da campanha eleitoral inicia-se no 14.º dia anterior e finda às 24 horas da antevéspera do dia designado para as eleições”.

“O primeiro dia da campanha eleitoral para as legislativas nacionais calharia no dia da votação das regionais”, sublinhou João Tiago Machado.

“O entendimento é que deveria ser proibida campanha” na Madeira no dia 22 de setembro, afirmou, considerando que a campanha para as legislativas de 06 de outubro só deveria ser permitida na região “depois de fechadas as urnas” na Madeira.

O responsável sublinhou que a CNE está a tentar “resolver” esta questão, ouvindo os partidos políticos.

“Temos mesmo de resolver isto e vai ser difícil”, declarou, esperando que a questão seja resolvida “de forma consensual”.

No entanto, João Tiago Machado admitiu que serão “complexas as consequências da opção” que vier a ser tomada neste caso, visto que não é possível, por exemplo, “proibir os ‘online’ dos diários nacionais” e tendo em conta a existência da internet.

Durante o encontro com os jornalistas, a CNE apelou aos órgãos de comunicação social para a necessidade de “igualdade no tratamento das candidaturas” e pediu o seu contributo para “motivar as pessoas a votar”.

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“Sem fundo de garantia de depósitos comum, união bancária é insuficiente”, afirma economista-chefe do FMI

O Jornal Económico - 1 ora 59 min fa

Quem assistiu ao Fórum do Banco Central Europeu (BCE) que está a decorrer em Sintra já percebeu que o futuro da União Económica e Monetária (UEM) passa necessariamente pelo aprofundamento da união bancária, mas não só.

Depois de o presidente do BCE, Mario Draghi, e do presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, terem indicado os ingredientes que faltam para a construção da união bancária, esta tarde foi a vez de Gita Gopinath, economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), referir qual será o próximo passo: um fundo de garantia de depósitos comum. “Na ausência de um fundo de garantia de depósitos comum, não consigo antever um progresso suficiente na união bancária”, disse. “Por isso, o próximo passo será de estabelecer um fundo de garantia de depósitos comum”, frisou a economista-chefe do FMI.

Segundo Gita Ginopath, o fundo de garantia de depósitos comum terá de ser “credível”. Para tal, terá de reunir duas características. A exigência de capital para o seu funcionamento, capital esse que terá de ser “disponibilizado rapidamente”, explicou.

Mas o futuro da UEM extravasa a união bancária e abrange também a união dos mercados de capitais – algo que também já foi abordado durante o Fórum do BCE. “Aqui, fez-se menos [do que na união bancária]”, realçou a economista-chefe do FMI. “Mas é extremamente importante”.

Gita Ginopath identificou as três principais questões que, em conjunto, reforçarão a união dos mercados de capitais, com regras mais uniformes.

Uma instituição central para união do mercado de capitais

A economista-chefe do FMI sugeriu a criação de uma instituição que trouxesse mais estabilidade, ao promover “capital alternativo à banca” para as empresas da zona euro que necessitam de financiamento. Reconheceu, contudo, que esta “instituição central para instituições não financeiras” seria “difícil de construir”, mas de grande importância. “Tem de haver diversificação nas fontes de financiamento das empresas, que é altamente dependente no financiamento da banca”.

Outro objetivo desta instituição central seria “o de tornar os ativos da zona euro mais seguros”, adiantou.

Além disso, na opinião de Gita Ginopath, as questões de transparência e de reporte das empresas europeias, assim como os regimes de insolvência dos países que integram a zona euro carecem de uniformização para aprofundar a união dos mercados de capitais. “A transparência é insuficiente”, salientou, “e isso quer dizer que, quando se olha para os standards de reporte das empresas, não existe uniformidade”.

Sobre a necessidade de mais uniformidade dos regimes de insolvência na zona euro, a economista-chefe disse que “existe muita heterogeneidade nos regimes de insolvência e, repito, a zona euro devia ter standards mínimos para as insolvências”.

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Economistas elogiam mandato de Draghi que “salvou o euro do naufrágio”

O Jornal Económico - 2 ore 2 min fa

Economistas sondados pela Lusa elogiam o mandato de Mario Draghi na liderança do Banco Central Europeu (BCE), tal qual comandante de um navio que evitou o naufrágio e “passou o Cabo das Tormentas”, mas também enquanto estadista e construtor de consensos.

João Duque, professor do ISEG – Lisbon School of Economics & Management, afirmou, em declarações à Lusa, que “Draghi enfrentou um desafio nunca antes feito a ninguém e superou-o”.

“Estivemos como o Titanic em vias de chocar com o iceberg, mas, ao contrário do que sucedeu ao malfadado navio, este conseguiu evitar o obstáculo. E a dimensão do navio e os danos materiais seriam colossalmente maiores”, considerou o economista, acrescentando que, “tendo em conta a adversidade, Draghi e a sua equipa passaram o Cabo das Tormentas com sucesso”.

Contudo, João Duque alertou que “a tempestade ainda não passou e novas nuvens se perscrutam no céu, mas a grande tempestade foi ultrapassada”.

Também Ricardo Cabral, professor da Universidade da Madeira, fez “um balanço globalmente muito positivo” dos oito anos de Mario Draghi na liderança do Banco Central Europeu (BCE), considerando que “foi o melhor presidente na ainda curta história” da instituição.

“Em minha opinião, um dos poucos estadistas que a zona euro teve na última década, sem dúvida o mais brilhante dos decisores europeus, numa fase da história em que a grande maioria desses decisores não primou pela sua clarividência”, frisou o economista à Lusa, adiantando, contudo, que Draghi “teria sido brilhante mesmo se os restantes decisores europeus tivessem sido substantivamente melhores”.

No entender de Ricardo Cabral, o presidente do BCE demonstrou “um elevado grau de conhecimento e de domínio técnico sobre o detalhe e as nuances da política monetária”, assim como “grande habilidade para construir consensos (políticos) dentro e fora do Conselho do BCE, não obstante a oposição pouco construtiva do presidente do Bundesbank, Jens Weidmann”.

O economista frisou ainda que Mario Draghi “foi capaz de convencer os restantes decisores do BCE das virtudes das suas propostas” e teve “a perspicácia e a capacidade de se distanciar de uma leitura estrita da gestão da política monetária e dos problemas de gestão do dia-a-dia para decidir, defender e promover as medidas necessárias para salvar o euro”.

Joaquim Miranda Sarmento, professor de Finanças do ISEG, salientou, por seu turno, que “o mandato de Draghi ocorreu no período mais difícil da história do euro e da própria União Europeia” e frisou que “a atuação de Draghi foi essencial quando em 2012 disse que, para salvar o euro, o BCE faria “whatever it takes” [o que fosse preciso]”.

No entanto, o economista considerou que, desde 2015, o atual presidente do BCE levou a política monetária do euro para uma área desconhecida, com a política do ‘Quantitative Easing’ (programa alargado de compra de ativos lançado em 2015 para estimular a economia).

“É impossível saber o contra factual de outro tipo de atuação. Mas no final creio que o mandato de Draghi é francamente positivo, embora me preocupe este excesso de liquidez e as taxas de juro zero durante muito tempo e em maturidades muito longas”, partilhou Joaquim Miranda Sarmento, salientando que “um dos riscos de uma futura crise vem exatamente desta atuação não convencional dos bancos centrais”.

Luís Campos e Cunha, professor na Nova School of Business and Economics e antigo ministro das Finanças, também afirmou, em declarações por escrito à Lusa, que “Mario Draghi foi um excelente presidente do BCE”.

“Conheci-o quando ele foi ‘chairman’ do Comité Económico e Financeiro há cerca de 20 anos. E devo dizer que o seu desempenho no BCE foi, para mim, uma agradável surpresa”, partilhou o antigo governante.

No entender de Ricardo Reis, professor na London School of Economics, “Mario Draghi salvou o euro com o seu discurso e as suas ações e políticas decididas entre 2012 e 2014”.

Contudo, no entender de Ricardo Cabral, o balanço de outras das decisões e posições de Mario Draghi é negativo, “embora em parte compreensível devido à forma como são adotadas as decisões na zona euro”.

Segundo o professor da Universidade da Madeira, “para levar a sua dama a bom porto”, ou seja, para implementar o programa de expansão quantitativa, “Mario Draghi terá decidido apoiar outras políticas económicas nocivas, em torno das quais existia um consenso das autoridades europeias, nomeadamente em relação à política de austeridade e ao Pacto Orçamental”.

E o economista salientou ainda que o presidente do BCE foi “um defensor da união bancária”, tendo dado “consentimento a casos concretos da aplicação de medidas de resolução a bancos de países periféricos, que tiveram efeitos muito negativos nas economias desses países, nomeadamente na economia portuguesa”.

Mario Draghi está em Portugal a participar na sua última edição do Fórum do BCE enquanto presidente da instituição, sob o mote dos 20 anos da zona euro.

O mandato de Draghi termina em 31 de outubro e os nomes mais referidos para lhe suceder incluem o governador do Banco de França, François Villeroy de Galhau, o membro da Comissão Executiva do BCE, Benoît Coeuré, o governador do Banco da Finlândia, Olli Rehn, e o seu antecessor Erkki Liikanen, e o presidente do Bundesbank (o banco central alemão), Jens Weidmann.

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Presidente da Câmara de Castelo Branco notificado da perda de mandato

PÚBLICO - 2 ore 2 min fa
Luís Correia vai recorrer da decisão, tomada no âmbito de uma acção judicial interposta pelo Ministério Público.
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Imobiliário. Central Shopping renasce no Porto como polo de escritórios

Expresso - PT - 2 ore 3 min fa
Investimento de 11 milhões da SDC renova o quarteirão da zona do Bonfim.
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Gita Gopinath reconhece progressos sobre orçamento para a zona euro, mas “ainda há muito a fazer”

O Jornal Económico - 2 ore 4 min fa

Gita Gopinath, economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), defendeu esta quarta-feira que apesar dos progressos alcançados na última reunião do Eurogrupo sobre um orçamento para a zona euro, é necessário determinar alguns aspectos das negociações, tais como a dimensão do orçamento.

“Penso que é justo dizer que existiram grandes progressos, mas há ainda muito a fazer”, disse Gita Gopinath, questionada pela assistência num painel dedicado ao futuro da União Económica e Monetária, no último dia do 6º Fórum do BCE, em Sintra.

“Não existiu um acordo claro sobre a dimensão [do orçamento para a zona euro] e a ênfase continua a estar no apoio à competitividade”, acrescentou.

As considerações de Gita Gopinath chegam a dois dias da Cimeira Euro e após o Eurogrupo ter chegado, na última reunião, a 14 de junho, a acordo sobre as “características principais” de um instrumento orçamental na zona euro. No entanto, deixou de fora questões como a dimensão e o financiamento.

Segundo o compromisso alcançado, será da responsabilidade da Cimeira do Euro e do Eurogrupo a orientação estratégica relativa às prioridades de investimento e reformas que permitam a convergência e competitividade da zona euro.

A economista-chefe do FMI, que assumiu funções em janeiro, sublinhou a necessidade de simplificação das regras orçamentais.”Não vejo porque não poderia ser feito”, disse.

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Praias do Algarve reabrem a banhos

PÚBLICO - 2 ore 5 min fa
Apesar do levantamento da proibição, as crianças e pessoas mais vulneráveis devem evitar tomar banho em zonas de grande densidade de microalgas.
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Mats Hummels vai regressar ao Borussia Dortmund

PÚBLICO - 2 ore 5 min fa
Bayern Munique anunciou a saída do central, que deverá assinar pelo rival até 2022.
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CDU quer medidas para combater falta de habitação social no Funchal

O Jornal Económico - 2 ore 6 min fa

A deputada municipal na Câmara do Funchal da CDU, Herlanda Amado, afirmou que há falta de habitação social no Funchal e que é preciso intervir para fazer face a este problema. “As questões habitacionais continuam a constituir uma das grandes prioridades sociais, para as quais são necessárias medidas e soluções concretas para fazer face às carências identificadas. Não podemos continuar a falar das cerca de 3 mil e 700 famílias que necessitam de habitação no Município, como se fossem estatísticas, sem que se tomem medidas concretas para a resolução deste grave problema”, disse a deputada municipal.

Herlanda Amado refere que a Autarquia deveria utilizar os terrenos de que é proprietária para a construção de habitação social.

Para a deputada da CDU referiu que este não é um assunto da exclusiva responsabilidade da Câmara Municipal do Funchal (CMF), mas que esta é uma parceira “imprescindível” para desenvolver mecanismos e medidas capazes de resolver este problema.

Herlanda Amado refere que a CMF deveria ter tido uma intervenção prioritária na vertente habitacional, juntamente com o Governo Regional. “É inaceitável que a Câmara e o Governo estejam de costas voltadas, apenas por questões-político-partidárias, e não sejam capazes de trabalhar em conjunto para a resolução deste problema”,

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Qatar Airways eleita melhor companhia aérea do mundo nos “óscares” da aviação

PÚBLICO - 2 ore 6 min fa
A companhia, que se estreia em Junho em Portugal, venceu os Skytrax World Airline Awards. Lufthansa e easyJet são as melhores na Europa. A TAP fica-se pela parte final do top 100.
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Inteligência artificial do Powerpoint ajuda pessoas a falar melhor em público

PÚBLICO - 2 ore 7 min fa
O novo Presenter Coach existe na forma de uma caixa no canto superior esquerdo para ajudar as pessoas a evitar repetições, tropeçar menos nas palavras, e falar ao melhor ritmo possível. O sistema está há quatro anos a aprender como os utilizadores usam o editor de apresentações.
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Acesso à especialidade é importante, mas ministra diz que nem todos os médicos têm de ser especialistas

PÚBLICO - 2 ore 14 min fa
Concurso extraordinário para dar mais vagas para médicos fazerem a especialidade está a ser ponderado. Ministério vai fazer concurso para médicos graduados seniores e aumentar capacidade de dar formação.
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