Portogallo

Já há 40 inscritos para tratar os dentes gratuitamente na clínica da Santa Casa

PÚBLICO - 49 min 43 sec fa
Serviço será financiado totalmente pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa que prevê gastar 700 mil euros por ano. Os cuidados prestados são gratuitos para crianças e jovens até aos 18 anos.
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Ondas de calor, secas extremas, mais chuva: os verões vão mudar completamente com o aquecimento global

O Jornal Económico - 52 min 38 sec fa

Se a temperatura média global do planeta aumentar 2 graus centígrados face aos níveis pré-industriais, as ondas de calor, secas e períodos de chuvas no verão poderão ser mais longos na Europa, na América do Norte e em algumas partes da Ásia.

O alerta já foi feito pelo Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC), em 2018, sobre os impactos da subida da temperatura em 1,5 graus centígrados até ao final do século XXI. Na altura, o IPCC alertou que com um esforço significativo ainda seria possível limitar a subida da temperatura. Agora, um novo estudo vem informar que se o percurso das emissões actuais se mantiver, o aumento dos dois graus Celsius poderá ser alcançado em meados deste século e podemos mesmo chegar aos três graus Celsius.

A informação avançada num artigo da revista Nature Climate Change informa que, ao longo deste estudo cientistas da Alemanha, Holanda, Reino Unido e Estados Unidos comparam projecções de diferentes modelos climáticos e, com base no aumento de cerca de um grau Celsius da temperatura média global (GMT, sigla em inglês) face aos níveis pré-industriais, criaram dois cenários futuros.

No primeiro cenário, a GMT aumentaria 1,5 graus centígrados de acordo com os níveis pré-industriais, e no outro subiria dois graus, o cenário que detém consequências mais graves e duradouras. Este novo estudo é o primeiro a quantificar o aumento e a durabilidades desses eventos se as temperaturas subirem mais um grau Celsius.

De acordo com a revista científica, os períodos meteorológicos quentes mais longos do que duas semanas aumentarão cerca de 4% nas latitudes médias do hemisfério Norte comparados com os do clima actual.

“Nós conseguimos ver uma mudança significativa nas condições climáticas do verão”, disse o autor principal do estudo, Peter Pfleiderer, investigador na Universidade Humboldt, em Berlim. “Fenómenos meteorológicos extremos poderão tornar-se mais persistentes – tanto períodos quentes e secos como dias consecutivos de chuva intensa poderão ser mais longos”, realça Peter Pfleiderer, do instituto alemão Climate Analytics e um dos autores do trabalho, num comunicado da sua instituição.

Na zona mediterrânica, verifica-se uma diminuição do índice padronizado de precipitação nos três meses anteriores, um decréscimo da faixa onde ocorrem tempestades e um aumento da aridez dos solos, o que “provavelmente contribui para um aumento de uma seca persistente”, segundo o artigo científico. Em Portugal, o cenário de seca extrema já é real. Em maio deste ano, a Associação Natureza de Portugal, representante do Fundo Mundial para a Natureza (ANP/WWF), alertou que Portugal “está a viver além da água que tem”. De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), no final de maio, 98% do território estavam situação de seca meteorológica, sendo que cerca de 37,5 % estava nas classes de seca severa e extrema. Em fevereiro, os números eram apenas de 4,8%.

Crise hídrica em Portugal já é um cenário real

Em termos de fenómenos meteorológicos extremos, o estudo sugere que poderá ser mais acentuado no Leste da América do Norte, na Europa Central e no Norte da Ásia. Mais especificamente, os períodos de muito calor e seca mais longo que duas semanas poderão ser 10% mais prováveis na América do Norte Central. Já períodos de chuva intensa poderão ser 26% mais elevados em toda a zona temperada do hemisfério Norte comparados com o clima actual, o que poderá levar a mais cheias.

Caso isso venha mesmo a acontecer e os fenómenos extremos no verão se tornarem mais duradouros e intensos, haverá impactos “significativos” na saúde, nos ecossistemas, na agricultura e na economia, reforça-se no comunicado.

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Governo de Hong Kong oferece “diálogo”, mas manifestantes recusam “armadilha”

PÚBLICO - 57 min 57 sec fa
Novos protestos marcados para os próximos dias em Hong Kong. Funcionário do consulado britânico detido em local desconhecido na China continental.
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Altice estranha posição do Governo e diz que deu conhecimento da rescisão com IP Telecom

O Jornal Económico - 1 ora 15 min fa

“A Altice Portugal em muito estranha e muito lamenta a posição assumida hoje pelo Governo, atendendo ao facto que se houve alguma instituição a desrespeitar reiteradamente as orientações do próprio Governo durante um ano e meio foi a IPTelecom [IPT], podendo este facto ser atestado pelo ministro e secretários de Estado que durante este período estiveram em funções”, afirma a dona da Meo, em comunicado, após a reação da tutela.

“Foi com enorme surpresa que o Governo teve conhecimento hoje, pelos jornais, da decisão da Altice de denunciar o protocolo com a IP [Infraestruturas de Portugal] para utilização de infraestruturas do canal técnico rodoviário com vista a enterrar os cabos aéreos de telecomunicações”, tinha afirmado anteriormente o Ministério das Infraestruturas e Habitação, numa nota à comunicação social.

Na sequência dos incêndios de Pedrógão Grande foi assinado em 07 de dezembro de 2017 um protocolo entre a Altice Portugal e a IPTelecom (IPT), da IP, para a utilização de infraestruturas do canal técnico rodoviário, ou seja, enterrar os cabos aéreos de telecomunicações.

No comunicado, a dona da Meo sublinha que, “quer a IPTelecom, quer o Ministério das Infraestruturas foram informados pela Altice Portugal sobre a decisão de denúncia do contrato nos dias 05 e 08 de agosto, e ainda hoje, por escrito, à primeira hora da manhã numa comunicação remetida à IPTelecom com conhecimento ao ministério da tutela”.

Além disso, “relembramos que ao longo deste mesmo um ano e meio foram sempre – pela Altice Portugal e nunca pela IPTelecom – solicitadas e realizadas pelo menos seis audiências com membros do ministério da tutela sobre a obstaculização contínua do processo de enterramento de traçado aéreo em condutas sem que desses encontros tenha resultado qualquer consequência positiva”, salienta a empresa liderada por Alexandre Fonseca.

“A Altice Portugal esclarece que o Governo tem conhecimento da decisão de rescisão do contrato com a IPTelecom desde 05 de agosto, dia em que o presidente executivo da empresa [Alexandre Fonseca] se reuniu e informou o secretário de Estado das Comunicações dessa intenção, dando-lhe conta, novamente, de todas as dificuldades levantadas e obstáculos criados pela IPT ao longo de um ano e meio”, sublinha.

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Defesa de Ronaldo assume acordo com Kathryn Mayorga

PÚBLICO - 1 ora 18 min fa
Declaração não equivale a uma admissão de culpa. Justiça norte-americana decidiu em Julho não avançar com qualquer acusação contra o jogador português.
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Falta de medicamentos nas farmácias afetam milhares de doentes em Portugal

O Jornal Económico - 1 ora 22 min fa

O mês de julho registou uma rutura de stock de medicamentos, doenças como Parkinson, hipertensão, diabetes, DPOC ou epilepsia são os que levantam mais preocupações. Em 2018 faltaram 64,1 milhões de embalagens pedidas por doentes, segundo o Correio da Manhã.

Segundos os dados cedidos pela Associação Nacional de Farmácias (ANF) ao Correio da Manhã, a falta de medicamentos em farmácias por todo o país preocupa doentes. Em alguns casos os medicamentos não estão disponíveis há mais de um ano.

Tiago Galvão, diretor-executivo da ANF afirma que para doentes que sofram de hipertensão “não têm alternativa, o Adalat assim como o genérico Nifedipina estão esgotados há pelo menos um ano”.

A indisponibilidade de medicamentos afetou 3,4 milhões de utentes, sendo que mais de 370 mil pessoas não tiveram alternativa a não ser interromper o tratamento. O recurso a consultas médicas também diminuiu com o objetivo de alterar a prescrição, 1,4 milhões de utentes tivera de pedir uma nova receita, segundo o Correio da Manhã.

Entrou ontem, segunda-feira, dia 19 de agosto, o decreto-lei do Governo que altera o estatuto do medicamento. O diploma prevê que os distribuidores de medicamentos sejam obrigados a disponibilizar permanentemente fármacos em quantidades e variedades suficientes para garantir o normal fornecimento do mercado.

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Câmara do Porto tomou posse administrativa de espaço junto a São Bento

PÚBLICO - 1 ora 24 min fa
Promotor do Porto Station Market, evento programado para aquele espaço junto à estação, acusa executivo de Rui Moreira de se sobrepor ao tribunal ao tomar posse de um espaço que pertence à Infra-estruturas de Portugal. Autarquia insiste na falta de licenças
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Governo diz que PSD confundiu números para apoio contra incêndios

PÚBLICO - 1 ora 26 min fa
Sociais-democratas questionaram verba de quatro mil euros para toda a região centro. Governo diz que o número é quatro milhões de euros.
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Lei laboral: Quais são as principais alterações em causa?

O Jornal Económico - 1 ora 26 min fa

Qual é a alteração da duração dos contratos de trabalho a prazo? 

A duração do contrato de trabalho a termo certo passa dos atuais três anos, para não poder ser superior a dois anos, podendo o contrato ser renovado até três vezes. Já a duração do contrato de trabalho a termo incerto é de no máximo quatro anos.

Qual passa a ser a duração do período experimental?

O período experimental passa dos atuais 90 para 180 dias para trabalhadores que “exerçam cargos de complexidade técnica, elevado grau de responsabilidade ou que pressuponham uma especial qualificação”; “desempenhem funções de confiança”; e “estejam à procura de primeiro emprego e desempregados de longa duração”.

O Código do Trabalho define ainda que o período experimental é reduzido ou excluído, consoante a duração de anterior contrato a termo para a mesma atividade, de contrato de trabalho temporário no mesmo posto de trabalho, de contrato de prestação de serviços para o mesmo objeto, ou ainda de estágio profissional para a mesma atividade, tenha sido inferior ou igual ou superior à duração daquele.

Qual é a duração dos contratos de muito curta duração?

Os contratos de trabalho de muito curta duração fixaram-se em 35 dias, passando dos atuais 15 dias. Estes contratos foram alargados a todos os setores, definindo que “o contrato de trabalho para fazer face a acréscimo excecional e substancial da atividade de empresa cujo ciclo anual apresente irregularidades decorrentes do respetivo mercado ou de natureza estrutural que não seja passível de assegurar pela sua estrutura permanente”.

Quantas horas de formação tem direito o trabalhador por ano?

O trabalhador passa a ter direito todos os anos a um número mínimo de quarenta horas de formação contínua. Quando contratado a prazo por um período igual ou superior a três meses, a regra é que tenha direito a um número mínimo de horas “proporcional à duração do contrato nesse ano”.

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