Portogallo

Alunos do básico e secundário vão receber notas do 2.º período diretamente das escolas

O Jornal Económico - 2 ore 1 min fa

As notas do 2.º período vão ser enviadas pelas escolas diretamente aos alunos, revela o Ministério da Educação. “Atendendo ao facto de os alunos não poderem deslocar-se às escolas para consultarem as pautas, as notas estão a ser-lhes comunicadas diretamente, por forma a salvaguardar a proteção de dados pessoais”.

Os conselhos de turma, reunião em que os professores da turma avaliam os alunos, começaram esta segunda-feira, 30 de março, primeiro dia de férias da Páscoa, como aconteceria em circunstâncias normais. O que mudou foi a forma das reuniões, devido ao confinamento a que os professores estão sujeitos, tal como cada um de nós.

As reuniões estão a ser realizadas a distância, juntando tanto quanto tem sido possível os professores envolvidos, através das funcionalidades disponíveis no software que cada escola utiliza.
As atividades letivas presenciais foram suspensas a 16 de março, tendo os alunos, melhor ou pior, conforme as circunstâncias, a ser assistidos pelos professores a enviarem para os encarregados de educação trabalhos para  serem realizados no período de isolamento.

Para apoiar a rede “na utilização de metodologias de ensino a distância”, a Direcção-Geral da Educação, em colaboração com a Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional (ANQEP), lançou um site no qual disponibiliza recursos que permitem às escolas dar continuidade aos processos de ensino e aprendizagem”.

O ministro Tiago Brandão Rodrigues comunicará ao país, no dia 9 de abril, como vai ser o 3.º período. Mas é praticamente certo que o encerramento das escolas entrará pelo terceiro período e irá “muito além” do que já está previsto. Isso mesmo adiantou António, Costa, no Parlamento, no dia 24 de março. “Provavelmente, no dia 9 de abril estaremos a decidir prolongar o fecho das escolas muito além das férias da Páscoa”.

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Pandemia económica: combatê-la pela oferta ou pela procura?

PÚBLICO - 2 ore 1 min fa
A redução da circulação de pessoas e de mercadorias, o medo, a incerteza, o desemprego e a diminuição do consumo, do investimento e das exportações vão fazer decrescer brutalmente a procura dirigida às empresas. Sem procura, estas morrem, mesmo que congeladas.
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Bolsa de Lisboa fecha em alta apesar da queda do BCP, mas fecha trimestre a cair 22%

O Jornal Económico - 2 ore 2 min fa

O PSI-20 fechou a sessão a subir +2,17% para 4.069,55 pontos em linha com as principais praças europeias. Isto apesar das quedas significativas do BCP (-2,57% para 0,1025 euros); da Novabase (-4,64% para 2,670 euros) e da Ibersol, que recuou -3,05% para 4,76 euros.

O banco liderado por Miguel Maya foi penalizado pela nota de ‘research’ do Goldman Sachs que perante a nova realidade económica, de expetativa de forte recessão, prevê que o Millennium bcp tenha um resultado por ação negativo em 2020.

A subida do PSI-20 de hoje não apaga o facto do índice da bolsa lisboeta registar uma queda de 21,95% no trimestre, o que é só a pior performance desde o terceiro trimestre de 2002.

Na sessão a EDP Renováveis brilhou ao subir +5,37% para 10,98 euros; a EDP avançou +3,22% para 3,66 euros; a Galp Energia valorizou +4,16% para 10,40 euros, provavelmente influenciada pela notícia do Negócios . A Galp Energia vai manter a proposta de distribuição de dividendos de 0,70 euros por ação “com que se comprometeu com a comunidade financeira há apenas um mês e que se reporta aos resultados do exercício de 2019”, garantiu fonte oficial da petrolífera ao Negócios. A Galp deixou também o alerta que irá enquadrar a política de distribuição de dividendos “à nova realidade”.

No caso da EDP Renováveis destaque para o facto de em Assembleia Geral Anual de Acionistas ter sido aprovada a proposta do Conselho de Administração relativa à distribuição de um dividendo bruto de 0,08 euros por ação. Os dividendos serão distribuídos no dia 24 de abril de 2020.

A Novabase, por sua vez, deve a queda à suspensão do pagamento de dividendo (0,85 euros por ação).

A Navigator avançou +3,45% para 2,16 euros e a Altri subiu +2,61%. A Jerónimo Martins ganhou +2,75% para 16,44 euros e a Sonae valorizou +2,25% para 0,5895 euros.

A Semapa ganhou +2,11% na sessão para 7,75 euros e a Mota-Engil teve ganhos de +2,52% para 1,100 euros.

Dos 18 título do PSI-20, 13 fecharam a subir.

Na Europa,  o EuroStoxx50 fechou nos 2.786,9 pontos (+0,77%); o IBEX encerrou nos 6.785,4 pontos (+1,88%); o DAX atingiu os 9.935,84 pontos (+1,22%); o CAC ganhou 0,40% para 4.396,12 pontos; o FTSE 100 avançou +1,95% parra 5.671,96 pontos e o FTSE MIB fechou em alta de +1,06% para 17.050,9 pontos.

Segundo o analista da Mtrader, Ramiro Loureiro, os setores cíclicos lideram ganhos após bons dados macroeconómicos. “Os setores cíclicos lideraram os ganhos no universo Stoxx 600”, refere o analista.

As principais praças europeias fecham em alta. O índice francês CAC foi o mais castigado, “por causa da desvalorização de títulos como L’Oreal, Safran,  Kering, Airbus ou Orange”, diz o analista do grupo BCP.

Destaque ainda para Itália, que vai estender o lockdown pelo menos até à Páscoa (12 de abril) e está a trabalhar num novo pacote de estímulos para meados de abril, de pelo menos 30 mil milhões de euros, após medidas iniciais no valor de 25 mil milhões.

Entretanto, o coronavírus e o seu impacto na economia continuam no centro das atenções. A Organização Mundial de Saúde afirma que existem agora mais de 782.000 infetados em termos globais, com os EUA a registarem o maior número (164.000).

“Ainda no rescaldo da decisão do BCE, o setor bancário esteve novamente pressionado, tendo registado uma flexão próxima de 1%. De lembrar que o BCE suspendeu para os bancos a distribuição de dividendos e planos de recompra de ações própria”, salientou outro analista, desta vez do BPI.

Relativamente ao petróleo, o seu preço, que ontem atingiu um mínimo dos últimos 18 anos nos EUA, registava hoje uma valorização de 1,10%, acrescenta o BPI.

O Brent em Londres está a transacionar com uma subida de +0,04% face à sessão de ontem para 22,77 dólares.

No plano macroeconómico “a revelação de que a atividade industrial e terciária na China voltou a expandir-se em março e de forma surpreendente foi um dos triggers da sessão de hoje”, refere por seu turno o analista do Millennium BCP.

O BPI também defende que os mercados europeus viveram uma sessão ligeiramente positiva, “alicerçada na surpreendente leitura do índice PMI na China”.

A Confiança dos consumidores nos EUA animou ligeiramente os investidores depois da leitura ter demonstrado uma queda menos acentuada do que o esperado em março.

A inflação na zona euro desacelera mais do que o previsto em março, é outra informação macroeconómica.

O euro cai -0,67% para 1,0974 dólares.

No mercado de dívida pública, a Alemanha tem os juros a 10 anos a subirem 2,13 pontos base para -0,47%, ao passo que a dívida portuguesa dispara +13,01 pontos base para 0,86%. Espanha também tem os juros a agravar, mas menos, +7,16 pontos para 0,67% e Itália tem os juros do Estado a subirem +4,42 pontos base para 1,52%.

O IGCP vai avançar com uma emissão sindicada, entre amanhã ou depois de amanhã, de dívida a sete anos. A instituição liderada por Cristina Casalinho mandatou para a emissão da linha com maturidade a 15 de outubro de 2027, sujeita a condições de mercado, o Barclays, BBVA, CaixaBI, Crédit Agricole, JP Morgan e Morgan Stanley como joint lead managers.

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Inquilinos contra moratória das rendas proposta pelo Governo

PÚBLICO - 2 ore 4 min fa
Associação pede aos grupos parlamentares para não aceitarem projecto de lei que “não protege inquilinos nem senhorios”.
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PCP e PSD questionam Governo sobre libertação de reclusos

PÚBLICO - 2 ore 6 min fa
Enquanto os sociais-democratas querem conhecer o plano de contingência para as prisões, os comunistas querem ouvir a ministra da Justiça.
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Espanha aprova subsídio extraordinário de desemprego

O Jornal Económico - 2 ore 7 min fa

A decisão visa reforçar as medidas económicas e sociais para apoiar os mais castigados com a situação criada pela pandemia Covid-19.

O subsídio de desemprego excecional vai proteger os trabalhadores cujo contrato temporário tenha terminado após a declaração do “estado de emergência” e não tenham direito a outras ajudas ao desemprego, renda mínima, subsídio de inclusão, salário social ou auxílio similar concedido por qualquer administração pública.

O executivo espanhol também vai permitir o resgate dos planos de pensões, sem penalizações, por parte dos aforradores que sofram de uma situação de ‘lay-off’, assim como os trabalhadores independentes que tenham cessado a sua atividade por causa da pandemia do coronavírus.

Até agora, os planos de reforma só podiam ser resgatados sem custos para o aforrador numa pequena lista de casos, como por razões de reforma, morte e dependência ou invalidez permanente.

Esta é mais uma das mais de 50 medidas incluídas no decreto-lei aprovado, que procura reforçar o chamado escudo social contra o coronavírus.

O Governo espanhol aprovou ainda uma dilação de três meses para os pagamentos de crédito ao consumo de pessoas em situação de vulnerabilidade económica devido ao impacto da crise do coronavírus.

O apoio pode ser solicitado pelos trabalhadores independentes cuja atividade tenha sido suspensa devido ao “estado de emergência” ou que tenham registado uma redução significativa no seu nível de rendimentos.

Uma outra medida prevê que, no caso de férias canceladas por agências de viagens ou outras, os clientes recebam um ‘voucher’ para ser utilizado no prazo de um ano e que, se este não for utilizado, lhes seja devolvido o dinheiro pago.

Segundo o vice-presidente do executivo espanhol Pablo Iglesias, também está garantido que “todos os pequenos proprietários irão receber a mensalidade” das casas que tenham alugadas.

“Um casal aposentado que recebe uma pensão baixa e a complementa com o aluguer de um apartamento ou instalações que comprou após uma vida de trabalho não é o mesmo que alguém que tenha 15 ou 20 casas alugadas ou um fundo de de investimento com milhares de casas e instalações”, defendeu.

As novas medidas incluem ainda a suspensão dos despejos de pessoas sem uma habitação alternativa e a prorrogação dos contratos por seis meses.

Iglesias explicou que esta extensão impedirá, na prática, que um inquilino possa aumentar o seu aluguer nos próximos seis meses.

Espanha decretou o “estado de emergência” a partir de 14 de março último durante duas semanas e em seguida prolongou-o por mais duas a partir de 28 de março e até 11 de abril.

As atividades consideradas não essenciais estão paralisadas desde segunda-feira e até 09 de abril próximo, antes do fim de semana de Páscoa, a fim de reduzir ainda mais a mobilidade e o risco de infeção, e para tentar evitar o colapso nas unidades de cuidados intensivos quando o pico de contágios chegar.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da Covid-19, já infetou mais de 791 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 38 mil.

Dos casos de infeção, pelo menos 163 mil são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

O continente europeu, com quase 439 mil infetados e mais de 27.500 mortos, é aquele onde se regista atualmente o maior número de casos, e a Itália é o país do mundo com mais vítimas mortais, com 11.591 mortos em 101.739 casos confirmados até segunda-feira.

Espanha é o segundo país com maior número de mortes, registando 8.189, entre 94.417 casos de infeção confirmados até hoje, enquanto os Estados Unidos são o que tem maior número de infetados (164.610).

A China, sem contar com os territórios de Hong Kong e Macau, conta com 81.518 casos (mais de 76 mil recuperados) e regista 3.305 mortes.

Além de Itália, Espanha e China, aos países mais afetados são os Estados Unidos, com 3.170 mortes (164.610 casos), a França, com 3.024 mortes (44.450 casos), e o Irão, com 2.898 mortes reportadas até hoje (41.495 casos).

O número de mortes em África subiu para 173 nas últimas horas, com os casos confirmados a ultrapassarem os 5.000 em 47 países, de acordo com as mais recentes estatísticas sobre a doença no continente.

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Governo manda Juntas de Freguesia reabrir postos de correio para assegurar entrega ao domicílio de pensões

O Jornal Económico - 2 ore 9 min fa

A fim de cumprir o estabelecido pelo decreto de lei relativo ao Estado de Emergência, o Ministério das Infraestruturas e da Habitação enviou esta terça-feira, 31 de março, uma carta à Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE) a ordenar às Juntas de Freguesias a reabertura dos postos de correio dos CTT nas localidades que os tenham encerrado.

De acordo com a carta assinada pelo ministro Pedro Nuno Santos, os postos dos CTT deverão estar abertos todos os dias, “ainda que de forma condicionada”, entre as 9h00 e as 12h00.

A decisão do Governo justifica-se pela necessidade de assegurar “os serviços postais que, nesta altura de crise, garantem a entrega ao domicílio das pensões de muitos dos nossos idosos”. Também esta terça-feira, os CTT anunciaram que iriam entregar ao domicílio vales de pensão e o seu pagamento, de forma gratuita.

“Estima-se que cerca de 100 mil dos 370 mil pensionistas que recebem mensalmente os vales não tenham de se deslocar, garantindo assim a segurança do principal grupo de risco nesta pandemia do Covid-19”, adiantou o Governo.

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Representante da República solicita PSP e GNR para aplicação de novas medidas de restrição na Madeira

O Jornal Económico - 2 ore 11 min fa

O representante da República para a Madeira, Ireneu Barreto, solicitou a PSP e a GNR, no sentido de se mobilizarem, caso seja necessário, para a aplicação das novas medidas de restrição decretadas pelo executivo madeirense, a partir das 00h00 de 31 de março, em que se inclui o encerramento de todas as atividades económicas não essenciais.

Entre as medidas que passam a estar em vigor na Madeira está o confinamento obrigatório, em unidade hoteleiras, de todos os casos suspeitos e de todos os passageiros desembarcados nos aeroportos da região, durante 14 dias.

Estas medidas foram decretadas pelo executivo madeirense no passado domingo, de modo a conter a propagação da infecção do coronavírus.

“Estas medidas afiguram-se adequadas e proporcionais – e por isso dentro da legalidade – para responder à pandemia que nos atinge”, referiu o representante da República para a Madeira.

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Juntas de freguesia com postos de correio vão ter de abrir portas

PÚBLICO - 2 ore 15 min fa
Ministério das Infraestruturas pede à Associação Nacional de Freguesias que garanta o atendimento diário ao público entre as 9h e as 12h.
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A experiência arriscada da Suécia com a covid-19

PÚBLICO - 2 ore 21 min fa
As autoridades de saúde mantém escolas, restaurantes e bares abertos. Um dos argumentos é que os suecos já fazem, por norma, distanciamento físico e social, muitos trabalham em casa e gostam de algum isolamento.
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Vendas da Huawei crescem 19% em 2019 apesar de boicote de Washington

O Jornal Económico - 2 ore 22 min fa

As vendas aumentaram 19,1% em 2019, em relação a 2018, para mais de 858 mil milhões de yuan (cerca de 109 mil milhões de euros), informou a empresa, que é a primeira marca global de tecnologia da China.

Os lucros do grupo chinês aumentaram também 5,6% para 62,7 mil milhões de yuan (mais de 8,0 mil milhões de euros), depois de terem aumentado 25% em 2018.

A empresa chinesa disse que as vendas de telemóveis aumentaram 15%, em 2019, para 240 milhões de unidades.

Os negócios “permanecem sólidos”, apesar da “enorme pressão externa”, admitiu Eric Xu, um dos três presidentes rotativos do grupo, em comunicado.

Xu advertiu, no entanto, que o “ambiente externo” será “mais complicado daqui para frente”.

Os Estados Unidos acusam a maior fabricante mundial de equipamentos para firmas de telecomunicações de cooperar com os serviços secretos chineses. a Casa Branca colocou o grupo chinês numa lista de entidades do Departamento de Comércio, o que implica que as empresas norte-americanas tenham de solicitar licença para vender tecnologia à empresa.

A Huawei nega a acusação e as autoridades chinesas dizem que o Governo de Donald Trump está a usar leis de segurança nacional para restringir um rival que ameaça o domínio exercido pelas empresas de tecnologia dos EUA.

As sanções aprovadas pelo Presidente Donald Trump, em maio passado, caso sejam integralmente aplicadas, cortarão o acesso da Huawei à maioria dos componentes e tecnologia dos EUA.

Washington concedeu extensões nas licenças para exportação de alguns produtos, mas o fundador da Huawei, Ren Zhengfei, disse esperar que as barreiras sejam impostas integralmente.

Os telemóveis da Huawei podem continuar a usar o sistema operacional Android, da Google, mas enfrentam desafios porque a empresa norte-americana está impedida de fornecer os seus serviços para modelos futuros do grupo chinês.

A Huawei está a desenvolver o seu próprio sistema operativo para substituir o do Google e diz que este sistema tinha já 400 milhões de usuários ativos em 170 países, no final de 2019.

Para estabelecer o seu próprio ecossistema, a Huawei contratou programadores para criar aplicativos, um desafio num setor dominado pelos aplicativos baseados no Android e o iOS da Apple.

A Huawei também é, juntamente com a sueca Ericsson e a finlandesa Nokia, líder em redes de quinta geração (5G), destinada a conectar carros autónomos, fábricas automatizadas, equipamento médico e centrais elétricas.

Os Estados Unidos têm pressionado vários países, incluindo Portugal, a excluírem a Huawei da construção de infraestruturas para redes de 5G.

Austrália, Nova Zelândia e Japão aderiram já aos apelos de Washington e restringiram a participação da Huawei.

A Huawei, que diz que a empresa pertence a 104.572 de um total de 194.000 funcionários da empresa, todos cidadãos chineses, nega estar sob controlo do Partido Comunista Chinês, ou cooperar com os serviços de inteligência chineses.

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Batalha apresenta queixa por crime ambiental na Ribeira da Calvaria

PÚBLICO - 2 ore 36 min fa
A denúncia, apresentada pelo município da Batalha, identifica potenciais responsáveis por descargas poluentes no concelho, sobretudo na Ribeira da Calvaria, afluente do rio Lena.
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