Portogallo

Especialistas propõem alguns truques para viver a menopausa sem pausa

PÚBLICO - 19 min 13 sec fa
Cuidar da saúde ginecológica, do coração, da pele, da alimentação e da vida sexual são algumas ferramentas partilhadas por especialistas na conferência Mulheres sem Pausa.
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Amália Rodrigues apoiou a causa antifascista

PÚBLICO - 22 min 52 sec fa
Na investigação revelada pela revista Visão Biografia, feita com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, são apresentados documentos oficiais que tanto confirmam que Amália Rodrigues foi vigiada pela PIDE por suspeita de apoio aos comunistas, como revelam que manteve atitudes ambíguas com o regime.
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Oposição interna não quer Rio como líder parlamentar do PSD

O Jornal Económico - 23 min 3 sec fa

É uma das hipóteses que está em cima da mesa e que a direção do PSD não confirma nem desmente. O presidente do PSD, Rui Rio, pode vir a acumular as funções de líder partidário com as de líder do grupo parlamentar. A ideia é evitar eventuais divisões na bancada social-democrata, mas entre os críticos da atual direção essa possibilidade é vista como uma forma de Rio “ultracentralizar” as decisões do partido e ganhar terreno para avançar com a recandidatura a presidente do PSD.

“Rui Rio tem todo o direito a candidatar-se a líder parlamentar do PSD, mas isso mostra que não mudou o modus operandi. As decisões políticas estão ultracentralizadas em Rui Rio e esta possibilidade só vem provar que não fez nenhum esforço para fazer crescer outras pessoas à volta dele”, aponta ao Jornal Económico o ex-deputado Miguel Morgado, que é um dos candidatos à sucessão de Rui Rio na presidência do PSD.

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Menopausa, porque mexes com o meu humor?

PÚBLICO - 24 min 13 sec fa
É importante dar oportunidade às mulheres de falarem dos seus problemas sexuais, fomentar o diálogo com o parceiro, para em conjunto, superarem esta etapa da vida com qualidade.
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Dez escolas fechadas em Lisboa por falta de funcionários

PÚBLICO - 26 min 13 sec fa
Manifestação decorre em frente à Escola Secundária Vergílio Ferreira. Ministério da Educação tinha prometido em Fevereiro a contratação de mais mil auxiliares
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Pedro Gouveia Alves escolhido para CEO do Banco Montepio 

O Jornal Económico - 27 min 45 sec fa

Pedro Gouveia Alves – atual administrador não executivo do Banco Montepio e presidente da sociedade financeira Montepio Crédito – é a escolha da Associação Mutualista Montepio Geral e do Presidente do Conselho de Administração do Banco Montepio, Carlos Tavares, para presidente executivo (CEO) do banco.

Segundo apurou o Jornal Económico, o nome de Pedro Gouveia Alves já foi comunicado ao Banco de Portugal para a função que hoje está a ser desempenhada temporariamente por Dulce Mota. A idoneidade do gestor já foi certificada pelo regulador para o cargo de administrador não executivo do Banco Montepio e para a função de presidente da IFIC (instituição financeira de crédito) Montepio Crédito.

Com a escolha de Pedro Gouveia Alves põe-se fim a um impasse de meses e que já tinha motivado o Banco de Portugal a escrever uma carta à Associação Mutualista Montepio Geral e à administração do Banco Montepio a exigir que o banco encontre uma solução para a estabilidade dos órgãos sociais. Essa estabilidade implica a definição da presidência executiva do banco.

Na carta, enviada na sequência da demissão, em agosto, de Luís Guimarães da administração do banco e da presidência da comissão de auditoria, o regulador chamou à atenção para a Associação Mutualista, dona do banco, resolver as questões da definição do CEO, da comissão de auditoria e da composição dos órgãos sociais, tal como noticiou no mês passado o Jornal Económico.

O banco da Associação Mutualista Montepio Geral começou por resolver a questão do presidente da Comissão de Auditoria. O administrador não executivo e novo Presidente da Comissão de Auditoria é Manuel Ferreira Teixeira.

Com a escolha Pedro Gouveia Alves, Carlos Tavares fica resolvido um problema da indefinição em torno da confirmação de Dulce Mota como CEO do banco. Carlos Tavares nunca chegou a dar os passos necessários para confirmar a gestora como presidente executiva do banco.

A atual vice-presidente da Comissão executiva foi escolhida por Carlos Tavares num contexto que se alterou depois da criação do Banco de Empresas Montepio (BEM). O supervisor autorizou Carlos Tavares para o lugar de Presidente do Conselho de Administração (não executivo) para ambas as instituições financeiras.

O que é certo é que as relações entre Carlos Tavares e Dulce Mota não melhoraram com o tempo, o que explica o impasse de meses na definição do CEO.

De acordo com os estatutos do Banco Montepio, o CEO tem de ser eleito vice-presidente do conselho de administração em assembleia-geral. Mas, antes, teve de passar pela avaliação da Comissão de Remunerações, Nomeações e Avaliações, um processo que depende da iniciativa de Carlos Tavares. Só depois pode o processo ser enviado para o Banco de Portugal para ser aprovado como CEO, sendo que Pedro Gouveia Alves já passou no processo de fit & proper do regulador quando foi avaliada a administração liderada por Carlos Tavares.

A escolha do responsável pelo Montepio Crédito não será alheia ao facto de ser uma subsidiária do grupo cujos lucros contribuiram com mais de 60% para os resultados consolidados do grupo em 2018.

Pedro Gouveia Alves tem 50 anos é licenciado em Economia pela Universidade Católica e é cronista do Jornal Económico. No seu currículo académico consta ainda o Insead e o London Business School. Entrou no Montepio Geral em 1999 a convite de Costa Leal.

Contactado, o presidente da Montepio Crédito disse que “não comentava assuntos da vida interna da instituição”.

Ainda não é conhecido se Pedro Gouveia Alves poderá acumular as funções de CEO do Banco Montepio com as de presidente da instituição especializada em crédito automóvel, a Montepio Crédito.

Tomás Correia quer definição de lideranças das instituições
A escolha do CEO do Banco Montepio é um dos problemas que Tomás Correia, presidente da Associação Mutualista Montepio Geral, quer deixar resolvido antes de uma eventual saída antecipada da liderança da mutualista.

Tomás Correia estará a preparar tudo para deixar a casa arrumada. A presidente executiva do Banco Montepio, a presidência da Lusitânia Seguros (que aguarda o registo da ASF) e a sua sucessão na Associação são problemas que Tomás Correia quer ver fechados antes de decidir renunciar. Os novos estatutos da Associação Mutualista tem ainda de ser confirmados pela Assembleia Geral e na sequência deles o conselho geral da Associação Mutualista Montepio será extinto. Não sem antes haver uma última reunião agendada para o próximo dia 24, quinta-feira.

Tomás Correia em declarações ao Jornal Económico recusou que fosse apresentar a renúncia ao cargo nessa reunião, informação que tinha sido avançada pelo Eco e pelo Expresso. À Lusa, Tomás Correia disse que não é “condicionável por coisa nenhuma”, recusou estar a ser afastado da mutualista e reiterou que não sairá no dia 24 de outubro.

O Jornal Económico e o Público revelaram esta semana que a ASF se prepara para não confirmar a idoneidade de Tomás Correia à frente da mutualista.

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