Angola

IMPA e Academia de Pescas e Ciências do Mar assinam memorando

Angola Press - 1 ora 21 sec fa
Moçâmedes - Um memorando de entendimento ligado a componente formativa nas áreas de formação técnica, navegação, segurança marítima e motores foi hoje, nesta cidade, assinado entre o Instituto Marítimo e Portuário de Angola (IMPA) e a Academia de Pescas e Ciências do Mar do Namibe. ,

Assinou o documento, pelo Instituto Marítimo Portuário de Angola, o director-geral, Manuel Nazaré Neto, e pela Academia de Pescas e Ciências do Mar, Carmen dos Santos.

Em declarações à Angop o director-geral do IMPA, Manuel Nazaré Neto, disse que esta cooperação vai contar com ajuda de técnicos do Instituto Marítimo e Pecuário e da Faculdade de Ciências do Mar de Cabo-Verde, no âmbito de um acordo que teve o seu inicio há mais de dois anos, mas que por várias razões o mesmo não deu continuidade.

Disse tratar-se de um memorando que vai ajudar Angola a sair da lista negra da Organização Marítima Internacional, sendo que Cabo-Verde encontra-se na lista branca desde 2003 e com uma experiência positiva vasta, daí a necessidade da sua experiência neste ramo marítimo.

“ Neste momento estamos a concretizar e a trabalhar para prepararmos todas as condições  dos nossos planos e prioridades nas acções que temos que desenvolver contando desde já com o apoio destas duas instituições de Cabo-Verde, para que num breve curto espaço de tempo Angla possa então sair desta lista negra e partirmos para aquilo que todos nós desajamos”, disse o responsavel.

Garantiu ainda que neste memorando que considerou de benéfico os quadros angolanos poderão ter uma formação marítima com todos os componentes que são exigidos internacionalmente, dando-lhes assim a habilidade de navegar sem sobressaltos, concretamente aos pilotos, marinheiros e mecânicos.

Por seu turno, a Presidente do Conselho directivo do Instituto Marítimo de Cabo-Verde, Joana Carvalho, disse existir uma boa vontade por parte do seu país em ajudar Angola a sair da lista negra da OMI e na ratificação das convenções internacionais e certificação marítima

“ Trouxemos cá uma equipa da faculdade de Ciências do Mar de Cabo-Verde para dar todo o apoio e neste momento estamos a fazer o levantamento de todas as necessidades e em conjunto traçarmos planos de acção que será executado no prazo máximo de cinco anos sendo este o nosso objectivo”, esclareceu.

Por outro lado, a director da Academia de Pescas e Ciências do Mar do Namibe, Carmen dos Santos, apontou a assinatura deste memorando como um grande ganho para instituição que considera ainda de nova, mas que poderá no futuro próximo contar com quadros bem formados e capacitados com conhecimentos ligados a economia do Mar.

Acrescentou que a componente formativa poderá proporcionar a sociedade com produtos concretos, como, marinheiros e pilotos que poderão ajudar não só o sector das Pescas mas também a marinha mercante, embora o primeiro tenha já mais solicitação de pedido de armadores.

De realça que a Academia de Pescas e Ciências do Mar do Namibe conta com três unidades orgânicas, sendo a faculdade de pesca com três cursos (a navegação, administração e gestão das pescas e mecânica naval), a faculdade de exploração dos recursos aquáticos (aquicultura e recurso marinhos), enquanto a faculdade de processamento de pescado, apenas com um curso de tecnologia e organização de processamento do pecado.

No presente ano académico foram matriculados mais de quinhentos estudantes. A mesma funciona com mais de 30 docentes angolanos com graus de mestres e doutores, formados nas universidades da Polónia e Portugal.

 

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Universidade Kimpa Vita demite falsos docentes

Angola Press - 1 ora 6 min fa
Uíge - A Universidade Kimpa Vita demitiu das actividades académicas, neste ano lectivo, 17 docentes, dos 22 acusados de falsificarem as suas declarações e certificados de habilitação, de acordo com o INAAREES que tem a responsabilidade de autenticar a validade destes documentos.,

A informação foi prestada, terça-feira, na cidade do Uíge, pelo director do Gabinete de Informação Cientifica e Documentação da Universidade Kimpa Vita, Augusto Lunganga, tendo adiantado que do total os implicados, cinco conseguiram apresentar novos documentos comprovativos e a sua condição foi reconsiderada.

Explicou que esses cinco docentes vão manter-se no activo, entre eles encontram-se licenciados e mestres, principalmente formados na República Democrática do Congo (RDC), que não conseguiram, numa primeira fase, provar ao INAAREES a autenticidade dos seus documentos.

Lembrou que a decisão da expulsão dos 17 falsos professores dos quadros da Universidade Kimpa Vita foi tomada de acordo com o Regime de Disciplina da Função Pública vigente em Angola.

De acordo com o director, a ausência dos 17 falsos docentes em nada vai prejudicar o quadro docente da universidade no presente período académico, pois a situação foi já acautelada desde o início das aulas.

Informou que as suspeitas dos falsos docentes começou quando estudantes de diversos cursos denunciaram à direcção da universidade a fraca capacidade de transmissão de conhecimentos e falta de base dos pseudo-professores.

"Este caso manchou o bom nome da instituição", reconheceu.

Dos 17 docentes demitidos, 11 pertenciam à Escola Superior Politécnica do Uíge, três à Escola Superior Politécnica do Cuanza Norte, dois à Faculdade de Economia e um à Faculdade de Direito.

Dos 22 documentos inicialmente considerados falsos pelo Instituto Nacional de Avaliação, Creditação e Reconhecimento de Estudos de Ensino Superior (INAAREES), são da RDC (16), Rússia (1), Marrocos (1), Argélia (1),  Bulgária (1), Reino Unido (1) e República do Congo (1).

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Estado do mar

Angola Press - 1 ora 19 min fa
Luanda - O Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica (INAMET) antevê, até às 18h00 de quinta-feira (25), para as quatro regiões litorais de Angola, as seguintes condições climatéricas para a navegação marítima:,

Para a região de Cabinda (4ºS -6ºS), o INAMET prevê a ocorrência de chuva, com o vento a soprar para as direcções sul/sudoeste, com uma força até 12 quilotangos (KT).

As ondas poderão atingir até 1.4 metro de altura, o mar estará pouco agitado e a visibilidade horizontal moderada a boa (superior a cinco quilómetros).

No Zaire, Bengo, Luanda e Cuanza Sul (4ºS-6ºS) regista-se céu parcialmente nublado e o vento soprará para a direcção sudoeste, de oito a 12 KT.

As ondas deverão atingir até 1.4 metro de altura, o mar estará pouco agitado, com a visibilidade horizontal boa (superior a oito quilómetros).

Em Benguela (12ºS-14ºS), a previsão indica a ocorrência de chuva, com o vento a soprar para a direcção sudoeste, até 15 quilotangos.

As ondas poderão chegar até 1.6 metro de altura, o mar estará agitado e a visibilidade horizontal moderada a boa (superior a oito quilómetros).

Já no Namibe (14ºS-18ºS), o instituto prevê céu parcialmente nublado e o vento a soprar para as direcções sul a sudoeste, com uma força até 18 KT.
As ondas poderão atingir até 1.8 metro de altura, o mar estará agitado e a visibilidade horizontal moderada a boa (superior a oito quilómetros).

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"Operação Resgate": Mais de cem cidadãos detidos no Cuanza Sul em cinco meses

Angola Press - 1 ora 19 min fa
Sumbe - A Polícia Nacional (PN) deteve, na província do Cuanza sul, de 06 de Novembro de 2018 a 18 de Abril deste ano, no âmbito da "Operação Resgate", 160 cidadãos por crimes diversos. ,

Os dados foram divulgados hoje, na cidade do Sumbe, pelo comandante provincial da PN, comissário José Alexande Manuel Canelas, quando apresentava o balanço na primeira sessão do Conselho de Auscultação Social as Comunidades.

No mesmo período, foram apreendidos 481 motociclos, seis veículos automóveis, 192 quilogramas de estupefacientes, 275 peças de madeiras e sete amas de fogo e detenção de 160 cidadãos.

Segundo o comissário Alexandre Canelas,  foram encerradas 21 igrejas, a suspensão de três outras e o encerramento de 11 farmácias, por falta de condições para funcionamento,  e a aplicação de 338 multas, que resultaram na arrecadação de 12 biliões, 435  milhões, 273 mil e 09 kwanzas.

Disse que  houve o controlo de abate de mil e 165 animais, dos quais 23 com patologias diversas, bem como a imunização de 1.685 animais contra a raiva.

No âmbito da  “Operação Resgate”, os sectores do Comércio na província emitiram 270 cartões de mercado e a renovação de  licenças comerciais, que permitiram a arrecadação de 931 mil kwanzas.

As equipas intervenientes na operação, de acordo com o comandante provincial,  têm estado a desenvolver campanhas de sensibilização, operação stop, prevenção e segurança rodoviária, elucidando a população a  aderir as boas práticas.

As equipas são compostas por efectivos da Polícia Nacional, Serviço de Investigação Criminal (SIC), Serviço de Migração e Estrangeiros (SME), Fiscalização e  técnicos da Administração Geral Tributária (AGT), Comércio e Indústria, Transportes, Cultura, Ambiente e  Saúde.

Presenciaram o acto, o governador provincial do Cuanza Sul, Job Castelo Capapinha, membros do governo local e da sociedade civil.

 

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Girabola2018/19: Recreativo da Caála - Kabuscorp do (ficha técnica)

Angola Press - 1 ora 29 min fa
Caála - O Recreativo da Caála empatou hoje, quarta-feira, no seu reduto, sem golos, com o Kabuscorp do Palanca, no prosseguimento da 27ª jornada do Girabola2017/19.,

Estádio: Recreativo da Caála

Árbitro principal: Chitano Francisco

Assistentes: Wilson Ntyamba e Estanislau Guedes

Resultado ao intervalo: 0-0

Resultado final: 0-0

Equipas

Recreativo da Caála: Julião (gr), Tavares, Adilson, Silva (cap), Gildo (Malamba, aos 45 min), Brazuca, Tchitchi, Paizinho, Tobias, Nzinga (Lúcio, aos 45 min) e Lucas (Makusa, 65 min).

Suplentes não utilizados: Boneco (gr), Jó, Kapu e Putchú.

Treinador: David Dias.

Kabuscorp do Palanca: Langanga, Valy, Fabrício, Simão, Ebunga, Depaiza (Cabibi, aos 78 min), Tresor, Água Doce, Lami (cap), Paulito (Meda, aos 45) e Lady.

Suplentes não utilizados: Josué (gr), Zizi, Magola, Yuri e Rafa.

Treinador: Paulo Torres.

Acção disciplinar: cartão amarelo para Tchitchi (Caála) e Paulito (Kabuscorp).

Assistência: Cinco mil e 500 espectadores.

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Huíla: Magistrado aborda combate aos crimes cibernéticos

Angola Press - 1 ora 32 min fa
Lubango - O combate aos crimes cibernéticos em Angola passa por dotar a Procuradoria Geral da República (PGR) de meios tecnológicos e a consequente capacitação dos magistrados, que eventualmente possam trabalhar na matéria, defendeu hoje (quarta-feira), no Lubango, o sub-procurador Geral da República, Gilberto Mizalaque.,

O magistrado fez este pronunciamento à margem da palestra sobre “Os desafios da ciber-criminalidade e a prova digital”, enquadrada nas comemorações do 40º aniversário de institucionalização da PGR, a assinalar-se a 27 do corrente.

Na ocasião, considerou ser essa uma realidade completamente nova para o país e apontou a existência, no sector, pelo que apontou a necessidade de dotar a PGR de meios humanos e tecnológicos que a capacitem a investigar tais crimes com sucesso.

Mas para além desses desafios, referiu  existir  ainda  um défice legislativo, pois o país carece de legislação que define o cibercrime como delito, embora o novo código penal já aprovado pela Assembleia Nacional dedique um capítulo especifico a cibercriminalidade e  estão elencados vários tipos de crimes considerados informáticos, aguardando-se que entre em vigor.

“Nesta altura, estamos a colher a experiência de outros países, para saber daqueles que estão mais avançados nesse capítulo sobre a melhor forma para a nossa actuação diante de tais crimes”, assegurou.    

Sem avançar números,  admitiu  a existência no país de  registos de crimes cibernéticos, alguns a serem investigados e outros a serem esclarecidos.

“Como não existe uma lei que criminaliza esses actos, temos encontrado um meio-termo, pois apesar de utilizar um meio tecnológico, há um crime como injúria e difamação, calúnia, mas outros mais específicos, como acesso ilegítimo a meios informáticos, burlas infornáticas. A esses ainda temos um défice de legislação e alguma  dificuldade em combatê-los”, elucidou.

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Tempo em Angola

Angola Press - 1 ora 37 min fa
Luanda - O Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica (INAMET) antevê, até às 18h00 de quinta-feira (dia 25), para a região norte do país, a ocorrência de chuva fraca a moderada, podendo ser localmente forte, acompanhada, por vezes, de trovoada em alguns municípios das províncias de Cabinda, Zaire, Bengo, Luanda, Uíge, Malanje, Cuanza Norte, Cuanza Sul, Lunda Norte e da Lunda Sul.,

De acordo com o boletim meteorológico do INAMET, na mesma região do território nacional o céu vai apresentar-se parcialmente nublado, tornando-se nublado durante a madrugada e manhã, com nevoeiro ou neblina matinal em algumas localidades de Cabinda, Zaire, Uíge Malanje, Cuanza Norte, Cuanza Sul, Lunda Norte e da Lunda Sul.

No centro do país, o instituto prognostica céu parcialmente nublado em toda a região, tornando-se nublado durante a madrugada e manhã. Há possibilidade de ocorrência de chuva moderada, podendo ser localmente forte, acompanhada, por vezes, de trovoada em alguns municípios das províncias de Benguela, Huambo, Bié e do Moxico, assim como neblina matinal no Bié e no Moxico.

Já na região sul do país, a previsão indica céu parcialmente nublado, tornando-se pouco nublado ou limpo durante o dia.

Segundo o INAMET, as temperaturas extremas (mínimas e máximas) previstas para as principais cidades de Angola são:

Luanda 25/33, N’dalatando 17/29, Cuito 15/27, Cabinda 26/33, Malanje 20/28, Luena 09/28 Sumbe 25/29, Dundo 19/31, Lubango 16/29, Caxito 25/34, Saurimo 19/30, Menongue 18/30, Mbanza Congo 21/32, Benguela 23/29, Moçamedes 17/27, Uíge 17/30, Huambo 12/26 e Ondjiva com 20/35 graus centígrados

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Descarga eléctrica mata seis membros da mesma família no Uíge

Angola Press - 1 ora 43 min fa
Uíge - Seis pessoas da mesma família morreram e uma outra ficou ferida, terça-feira, na aldeia de Kunga Kiximba, província do Uíge, vítimas de uma descarga eléctrica que atingiu a sua residência, numa altura em que chovia na região.,

A informação foi avançada hoje, quarta-feira, à Angop, pelo comandante provincial do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros do Uíge, António Cassua, tendo referido que as vítimas mortais foram quatro crianças e dois adultos, que se encontravam no interior de sua residência a descascar mandioca.

Fez saber que os corpos das vítimas estão já na morgue central, enquanto a sobrevivente da tragédia foi transportada para o Hospital Provincial do Uíge, onde recebe assistência médica e encontra-se fora de perigo de morte.

Salientou que ainda devido a descargas eléctricas, dois menores perderam a vida, na terça-feira, numa das vilas nos arredores da sede do município do Puri, província do Uíge, estando uma terceira vítima a ser assistida numa unidade hospitalar local.

Desde o início da época chuvosa, em  Setembro de 2018, as descargas eléctricas na província do Uíge causaram já a morte a mais de 10 pessoas.

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Zaire: Magistrada defende construção de um novo estabelecimento prisional

Angola Press - 1 ora 47 min fa
Mbanza Kongo - A procuradora da República junto ao Tribunal Provincial do Zaire, Maria Fernanda Mamuba, defendeu esta quarta-feira, em Mbanza Kongo, a construção de um novo estabelecimento prisional no município sede capaz de albergar maior número de reclusos.,

Em declarações à imprensa, após visita de auscultação efectuada pelos funcionários da Procuradoria-Geral da República (PGR) à unidade penitenciária do Nkiende, a magistrada sublinhou que a actual estrutura, situada a 30 quilómetros da cidade de Mbanza Kongo além de ser pequena já apresenta sinais de degradação.

 

De acordo com a procuradora, a unidade penitenciária do Nkiende foi erguida com uma capacidade instalada de 250 reclusos, estando presentemente a acolher 539 presos entre detidos e condenados, dos quais 12 do sexo feminino.

 

Maria Mamuba afirmou que a superlotação na cadeia do Nkiende tem contribuído para o surgimento de algumas patologias entre a população penal, com realce para a sarna, pelo que a edificação de uma nova unidade penitenciária ajudaria na melhoria das condições dos presos.

 

Durante o encontro com os reclusos, a magistrada do Ministério Público falou das acções que a sua instituição tem vindo a desenvolver na região em prol da população penal, sobretudo no cumprimento dos prazos de penas.

 

A visita ao estabelecimento prisional do Nkiende enquadrou-se nas actividades alusivas ao 40º aniversário da institucionalização da PGR, a assinalar-se a 27 de Abril.

 

Angop/DMN/JL

 

 

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Girabola2018/19: Saurimo FC - Desportivo da Huíla (Ficha técnica)

Angola Press - 1 ora 51 min fa
Saurimo - O Saurimo FC venceu hoje, Sábado, nesta cidade, por 2-1, o Desportivo da Huíla, em jogo da 27ª jornada do Campeonato Nacional de Futebol da primeira divisão (Girabola2018/2019).,

Estádio: Municipal das Mangueiras

Assistência: Cerca dois mil espectadores

Equipa de arbitragem

Árbitro principal: Rafael Dala

Assistentes: Nelson Quiala e Pedro Micolo

Resultado ao intervalo: 1-0

Resultado final: 2-1

Marcha do marcador:

1-0, Mimo (37')

2-0, Mimo (48')

2-1, Bruno (88')

Equipas:

Saurimo FC: Tony, Mulonga, Dudu (Cap), Micki, João (Chara 61'), Pantxo, Mimo, Dji, Shileshi, Larama (Agoya 85') e Kelly (Etiene 74')

Suplentes não utilizados: Anselmo, Baresi, Yuri e Job

Técnico: Dione Pedro

Desportivo da Huíla: Ndulo, Zé, Sidney, Sargento (Pedro 59'), Chiwe (Cap), Malamba (Manico 45'), Elias, Rasaq (Leonel 45'), Ale, Bruno e Cangodo

Suplentes não utilizados: Emilson, Varito, Milton e Manucho

Técnico: Mário Soares

Acção disciplinar: Cartões amarelos para Chiwe (45+1'), Zé (60'), Mulonga (62') e Kelly (73')

 

 

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Falta de gasolina reduz circulação de viaturas em Mbanza Kongo

Angola Press - 2 ore 54 min fa
Mbanza Kongo - A circulação de viaturas a gasolina a nível da cidade de Mbanza Kongo, capital da província do Zaire, reduziu consideravelmente nos últimos dias por falta deste produto, situação que já se arrasta há mais de dois meses, constatou hoje, quarta-feira, a Angop.,

A falta deste produto nas duas bombas de combustíveis (Sonangol e Pumangol) que atendem a cidade levou ao parqueamento de muitos automóveis, principalmente os que exercem a actividade de táxi, criando constrangimentos na circulação de pessoas.

A situação está a gerar preços especulativos no mercado informal desta localidade onde um litro de gasolina custa 500 Kwanzas, contra os 160 Kwanzas praticados oficialmente.

As ruas da cidade de Mbanza Kongo estão “semi-desertas” de viaturas em serviço de táxi, actividade que passou a ser assegurada por moto-taxistas, que mesmo com a acentuada escassez de gasolina conseguem se “virar”, adquirindo o produto (combustível) no mercado informal com todos os riscos.

Para o efeito, o preço de táxi a nível da cidade de Mbanza Kongo passou de 100 para 200 kwanzas há já um mês, ao passo que os moto-taxistas cobram actualmente 250 kwanzas, contra 150 praticados anteriormente.

Automobilistas contactados pela Angop, mostram-se inquietantes com a situação e dizem não entender o que estará a acontecer em concreto.

Para Pedro Ladislau, automobilista, a cidade de Mbanza Kongo está atravessar uma situação jamais vista ao longo dos tempos, para quem as autoridades competentes devem inverter o actual quadro.

"Carros parqueados em quase todas ruas e em alguns postos de abastecimento, aguardando a chegada de combustível a qualquer dia”. Há automobilistas que estão a pernoitar em bombas de combustíveis”, deplorou.

Eduardo Zola, também automobilista, caracterizou o cenário de desolador, defendendo a edificação de mais bombas de combustíveis na cidade para fazer face ao actual parque automóvel.

Responsáveis das duas bombas (Sonangol e Pumangol) contactados pela Angop mostraram-se indisponíveis em prestar declarações, por alegada falta de autorização superior.

 

 

 

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Assinala-se quinta-feira o Dia Mundial de Combate à Malária

Angola Press - 2 ore 56 min fa
Luanda - Assinala-se quinta-feira, 25 de Abril, o Dia Mundial de Luta Contra a Malária, instituído em 2007, durante uma sessão da assembleia da Organização Mundial da Saúde (OMS). ,

A efeméride tem como objectivo relembrar a existência da malária e incentivar o esforço global na luta contra a doença.

Segundo a OMS, a data constitui uma boa oportunidade para os países afectados trocarem experiências e apoiarem-se mutuamente, bem como para alertar a comunidade mundial, incluindo líderes políticos em países endémicos, a manterem o seu compromisso para fornecer acesso universal às intervenções contra a malária e acabar com o sofrimento desnecessário provocado por esta doença evitável e tratável.

A Malária é uma doença infecciosa transmitida pela picada da fêmea do mosquito Anófele, infectada por protozoários do género Plasmodium ou, mais raramente, por outro tipo de meio que coloque o sangue de uma pessoa infectada em contacto com o de outra sadia, como a partilha de seringas (consumidores de droga), transfusão de sangue ou até mesmo de mãe para feto, na gravidez.

Os sintomas mais comuns são: calafrios, febre alta (no início contínua e depois com frequência de três em três dias), dores de cabeça e musculares, taquicardia, aumento do baço e, por vezes, delírios.

África é o epicentro do flagelo da malária no mundo. O clima e o ambiente do continente propiciam a reprodução do parasita e do mosquito, que necessitam de uma temperatura ambiente mínima de 18ºC para se desenvolverem.

Diferentes tentativas para controlar a malária em África já foram implementadas. Nos anos 1950 e 1960, o insecticida DDT era abundantemente utilizado para combater o mosquito e para tratar os doentes; os hospitais prescreviam o medicamento Cloroquina.

Com o passar dos anos, a malária tornou-se resistente à Cloroquina, e a má aplicação do DDT (em virtude da falta de treino e orientação) comprometeu o combate ao mosquito em áreas abertas.

 

 

A solução mais eficaz a longo prazo é o desenvolvimento de uma vacina, cujo processo está em fase de ensaios clínicos em laboratórios. Há trabalhos também no desenvolvimento de uma nova droga, mais eficaz para o tratamento da doença à base de Artemisina, substância oriunda de ervas descobertas por pesquisadores chineses.

 

Em Angola, a malária representa um problema de saúde pública e é a primeira causa de morte, consultas médicas e de absentismo laboral e escolar, constituindo uma das principais causas de morbi-mortalidade perinatal, aborto, parto prematuro, de baixo peso ao nascer, de anemia em mulheres grávidas e de mortalidade materna.

A malária ainda representa cerca de 35 por cento da demanda de cuidados curativos, 20 por cento de internamentos hospitalares, 40 por cento de morte perinatal e 25 por cento de mortalidade materna.  

Durante o ano de 2018, segundo dados do Ministério da Saúde, Angola registou mais de  2,5 milhões de casos de malária, que vitimaram 3.364 pessoas.

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África do Sul: Ramaphosa consternado com vítimas das chuvas que fizeram mais de 50 mortos

Angola Press - 3 ore 6 min fa
Pretória - O presidente Sul africano, Cyril Ramaphosa, visitou as comunidades afectadas pelas inundações e deslizamentos de terra que mataram pelo menos 51 pessoas.,

 

Fortes chuvas abateram-se sobre a África do Sul nos últimos dias, com as regiões sul e leste do país atingidas duramente desde o fim de semana passado.
Como resultado, houve inundações e algumas estruturas ficaram fragilizadas e ruíram sobre as pessoas.

"Os nossos corações vão particularmente para as famílias e comunidades que foram directamente afectadas pela morte, ferimentos e perda de bens", disse Ramaphosa num comunicado, após retornar da cimeira de líderes africanos sobre a situação na Líbia e no Sudão, realizada no Cairo, Egipto.

"Esta situação nos chama à todos, como um país, para acorrer às comunidades afectadas", apelou Ramaphosa no seu comunicado.

O número de mortos subiu de 33, na terça-feira, enquanto as equipas de resgate continuavam a vasculhar os destroços em socorro das vítimas dos deslizamentos de terra.

Além dos prédios que desmoronaram e das estradas inundadas, as redes de esgoto ficaram bloqueadas e os postes de electricidade tombaram .

A região do KwaZulu-Natal foi atingida por fortes chuvas durante dias, mas as autoridades não anteviram a sua extensão na noite de segunda-feira, disse Lennox Mabaso, porta-voz do Departamento de Governação Cooperativa e Assuntos Tradicionais da província.

"Como resultado, houve inundações e algumas estruturas foram afectadas e ruíram sobre as pessoas", disse Mabaso, acrescentando que algumas pessoas foram arrastadas pelas águas.

Várias residências desmoronaram nos deslizamentos de terra, disse o porta-voz do Serviço de Emergência Médica do KwaZulu-Natal, Robert McKenzie.

Algumas estradas principais e em torno da cidade portuária de Durban foram fechadas na quarta-feira, informou a media local.

Militares sul-africanos foram enviados para ajudar nos esforços de resgate e evacuação.

O Serviço Meteorológico da África do Sul avisou que mais chuvas fortes e ventos fortes eram esperados, o que poderia ameaçar pontes e estradas baixas.

“Infelizmente, os números subiram para 51. Nos anos anteriores, tentámos retirar pessoas de áreas baixas”, disse o ministro regional, Nomusa Dube-Ncube, à rádio SA FM.
 

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Girabola2018/19: Sagrada Esperança afrouxa 1º de Agosto

Angola Press - 3 ore 13 min fa
Luanda - O Sagrada Esperança da Lunda Norte impôs empate ao líder 1º de Agosto a uma bola, afrouxando os "militares" na corrida ao quarto título consecutivo do Girabola.,

Um autogolo de Paizo, aos 20 minutos, abriu caminho para igualdade com Dagó a marcar pelos “militares”, em jogo da 27ª jornada da presente edição do Campeonato Nacional de futebol (época/2018/19), disputada no Estádio Sagrada Esperança, no Dundo.

Na primeira volta também registou-se um empate (3-3), no Estádio 11 de Novembro, em Luanda.

Para esta ronda já se defrontaram: Cuando Cubango FC-Bravos do Maquis (2-1, Eucaliptos), Recreativo da Caála-Kabuscorp (0-0, Caála), Sporting de Cabinda-Interclube (1-3, Tafe) e Recreativo do Libolo-Santa Rita (2-0, Calulo).

Decorrem os jogos entre Saurimo FC-Desportivo da Huíla (Mangueiras), Progresso-Académica do Lobito (Coqueiros) e Petro-ASA (11 de Novembro).

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Presidente ainda não exonerou a recessão!

Folha 8 - 3 ore 18 min fa
A contracção de 1,7%, anunciada recentemente pelas autoridades estatísticas angolanas (INE), “é mais um resultado terrível, apesar de ser um pouco menos mau” do que a previsão da Capital Economics, que antecipava uma queda do Produto Interno Bruto de 2,5% em 2018, diz John Ashbourne, analista que acompanha a economia de Angola na consultora Capital Economics.

Comentando os mais recentes números, John Ashbourne vincou que apesar de não ter acertado na previsão da queda do PIB, o resultado “sustenta a nossa visão de que a opinião de consenso dos analistas sobre a economia angolana ainda é, de longe, demasiado optimista”.

Lembrando que, “tão recentemente como em Outubro, o Fundo Monetário Internacional (FMI) ainda estava a projectar que o PIB ficasse basicamente estagnado em 2018”, John Ashbourne afirmou que “a economia deverá enfrentar um novo ano atribulado em 2019” e apontou para uma previsão de “recessão de 1%, que contrasta com a expectativa do consenso [dos analistas] de uma subida de 0,6%”.

Na semana passada, o Instituto Nacional de Estatística (INE) de Angola revelou que a economia tinha caído 1,7% no ano passado, mas avisou que este valor “poderá sofrer alterações” quando foram publicados os resultados finais das Contas Nacionais.

Esta contracção corresponde às previsões do FMI, divulgadas em Dezembro de 2018 e surge depois de PIB – toda a riqueza produzida no país – angolano ter já registado uma recessão de 0,2% em 2017.

No documento, o INE refere que o PIB angolano cresceu 2,2% durante o quarto trimestre de 2018 face ao período homólogo de 2017, um crescimento que não conseguiu impedir a recessão de 1,7% no acumulado do ano.

De acordo com o Relatório de Fundamentação do Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2019, o Governo estima que o crescimento do PIB face a 2018 se situe entre os 2,3% e os 2,8%.

O que dizem os de casa

O departamento de estudos económicos do Banco Fomento Angola (BFA) alerta para a possibilidade de os investimentos em infra-estruturas em Angola serem adiados se for necessária maior consolidação orçamental, mas elogia o programa do FMI no país.

“O programa do Fundo Monetário Internacional (FMI) que foi acordado parece-nos, em geral, moderado e bem desenhado; não assume esforços orçamentais desmesurados (a grande parte da consolidação orçamental ocorreu já por iniciativa do Governo em 2018), e não prevê crescimentos nominais absurdos para justificar a descida da dívida em percentagem do PIB”, escreveram os analistas.

“Como aspecto negativo, destacamos a não-existência de uma maior atenção à questão das infra-estruturas logísticas do país, ainda que esses investimentos estejam previstos”, acrescentam, vincando que receiam que, “no caso de necessidades de maior consolidação orçamental, os investimentos necessários sejam novamente adiados”.

No documento de análise ao Programa de Financiamento Ampliado acordado entre Angola e o FMI em Dezembro, os analistas do BFA dizem que o alinhamento com apoios concretos de outras instituições internacionais “leva a crer que, no caso de haver uma necessidade adicional por circunstâncias que fogem ao controlo do executivo angolano, como por exemplo o preço do petróleo, o FMI terá mais facilidade em justificar um apoio extraordinário”.

Recorde-se que o acordo assinado prevê uma ajuda financeira de 3,7 mil milhões de dólares, tendo quase mil milhões sido entregues ao Governo ainda em Dezembro para fazer face às necessidades de liquidez imediata, nomeadamente para pagar dívidas atrasadas a fornecedores.

Os economistas do BFA alertam, no entanto, que “o sucesso do programa, em dar sustentabilidade ao crescimento económico, dependerá sempre de alguns factores exógenos”, e apontam que o preço do petróleo, a principal exportação de Angola, será fundamental para “determinar a folga orçamental que o Governo terá para conseguir fazer os investimentos necessários em infra-estruturas e/ou assegurar gastos sociais para suavizar o impacto de algumas medidas, como a retirada dos subsídios”.

A chave para o sucesso, concluem, “estará na capacidade de transformar o melhor ambiente de negócios em investimentos concretizados, em particular investimentos estruturantes, que possam servir de chamariz para outros empresários”, pelo que o programa do FMI acaba por ser “uma excelente janela de oportunidade para Angola, um período histórico de alinhamento do país com múltiplas organizações internacionais (a cujo início do combate à corrupção não é alheio) que poderá permitir as condições certas para uma mudança lenta, mas efectiva, que resulte numa menor dependência do petróleo”.

Relembre-se que, por ordem do FMI, o Presidente João Lourenço cancelou a autorização dada em Janeiro para a aquisição de novos aviões para a TAAG, alegando a necessidade de se proceder a um “estudo mais aprofundado” no Plano de Reestruturação da companhia aérea de Angola.

O Conselho Executivo do FMI aprovou o Programa de Financiamento Ampliado (Extended Fund Facility – EFF), que visa apoiar as reformas económicas em curso em Angola nos próximos três anos, tendo como base o Programa de Estabilização Macroeconómica (PEM) e o Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN) 2018-2022.

“O EFF pretende, assim, apoiar os esforços de melhoria da governação, reduzir os riscos associados às empresas estatais, corrigir os obstáculos estruturais à competitividade e melhorar o acesso ao financiamento, aspectos que, entre outros, são considerados fundamentais para acelerar o crescimento económico liderado pelo sector privado”, sublinho o comunicado de imprensa então distribuído-

Segundo o Ministério das Finanças, o programa acordado entre Angola e o FMI ajudará também o país a “restaurar a sustentabilidade fiscal e externa” e “lançará as bases para uma diversificação económica sustentável”.

“Os pilares críticos do programa incluem a consolidação fiscal para levar a dívida a níveis mais seguros, uma maior flexibilidade da taxa de câmbio para recuperar a competitividade e o apoio à política monetária para reduzir a inflação”, lê-se no texto.

Outros pilares do programa incluem o fortalecimento do sistema bancário, “permitindo melhorar o ambiente de negócios”, assim como actualizar o quadro legal do combate ao branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo.

Angola fechou 2018 com uma inflação anual de 18,6%, seis décimas acima da última previsão do Governo (18%). Os números já incorporam os dados do Índice de Preços no Consumidor (IPC) de Dezembro, que foi de 1,41%, acima dos 1,31% de Novembro.

Joana Pedro, técnica do Departamento de Estatísticas Financeiras do INE, indicou que, em Dezembro de 2018, a maior taxa de inflação nas províncias registou-se no Bengo (2,2%) e a menor no Huambo (1,14%).

Assim, a inflação no acumulado de 12 meses passou de 18,04%, em Outubro e 18,36%, em Novembro, para os 18,6% finais (em Dezembro), e afastando-se dos 18% previstos pelo Governo (Janeiro a Dezembro), conforme revisão inscrita em Outubro último no Orçamento Geral do Estado para 2019. Antes desta revisão em baixa, o Executivo previa uma inflação de 28,8% para todo o ano de 2018.

A responsável do INE salientou que, das 18 províncias, em Dezembro, dez ficaram abaixo da média nacional (1,41%), com a de Luanda a atingir 1,51%, menos 0,12 pontos percentuais que em relação a Novembro do mesmo ano.

Estes números, acrescentou, devem-se ao agravar dos preços, em termos nacionais, nas classes da Alimentação e Bebidas Não Alcoólicas (2,3%), Bens e Serviços (2,6%), Vestuário (2,01%) e Alimentação (1,53%).

Em 2016, a inflação em Angola (12 meses) chegou a 41,12% e no ano seguinte desceu para 23,67%.

Folha 8 com Lusa

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Violência doméstica aumenta nos primeiros meses do ano

Angola Press - 3 ore 24 min fa
Huambo - Duzentos e 17 actos de violência doméstica ocorreram nos primeiros três meses desta ano, na província do Huambo, mais 32 que nos últimos três meses de 2018, soube hoje, quarta-feira, a ANGOP.,

De acordo com a directora do Gabinete da Acção Social, Família e Igualdade do Género, Frutuosa de Jesus Cassinda, destes actos o centro de aconselhamento familiar resolveu 147, de forma amistosa, tendo encaminhado 35 à Procuradoria-Geral da República, por causa da complexidade dos mesmos.

Apontou o abandono familiar como o mais frequente dos actos de violência doméstica, informando terem sido registados, de Janeiro a Março, 116 casos, motivados por desemprego, poligamia e irresponsabilidade de vários progenitores.

Disse que o Gabinete da Acção Social, Família e Igualdade do Género intensificou, este mês, as campanhas de sensibilização nas comunidades para desencorajar actos de violência doméstica.

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Ordenamento jurídico angolano corresponde aos desafios do futuro

Angola Press - 3 ore 28 min fa
Huambo - O Procurador-Geral da República de Portugal, Pedro Redinha, afirmou hoje, quarta-feira, na província do Huambo, que o ordenamento jurídico angolano está em altura de corresponder aos actuais e futuros, no domínio dos direitos fundamentais do homem.,

O magistrado fez tal afirmação na conferência internacional sobre “O exercício dos direitos fundamentais e sua limitação no ordenamento jurídico angolano”, no quadro das comemorações do 40º aniversário da Procuradoria-Geral da República, que se assinala a 27 deste mês.

“A ideia que eu tenho é de que o regime jurídico de Angola encontra-se, basicamente, preparado para enfrentar qualquer desafio, quer do presente, quer do futuro, apesar de ainda existir muito trabalho por ser feito”, reconheceu.

Pedro Redinha disse, ainda, que a legislação angolana apresenta grandes expectativas voltadas à produção de legislação que visam, essencialmente, proteger e garantir os direitos fundamentais dos cidadãos, daí a razão que leva qualquer um afirmar que está no bom caminho.

A Procuradoria-Geral da República foi criada em 1978 e institucionalizada um ano depois, à luz da lei 04/79, de 27 de Abril, pelo então Conselho Nacional, actual Assembleia Nacional, com a competência de gerir os interesses do Estado.

Entre os presentes na conferência destaca-se o procurador-geral adjunto da República e acompanhante da província do Huambo, Luciano Cachaca Kumbua, o procurador-geral adjunto da República jubilado, Agostinho Domingos, além de membros do Governo, magistrados Judiciais e do Ministério Público do fórum civil e militar, advogados, membros dos órgãos de defesa e segurança, docentes e discentes universitários.

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CASA-CE reafirma posicionameto sobre eleições autárquicas

Angola Press - 3 ore 32 min fa
Cabinda - O vice-presidente do Grupo Parlamentar da CASA-CE, Manuel Fernandes, reafirmou esta quarta-feira, em Cabinda, o posicionamento desta coligação em relação a realização, de modo simultâneo, das eleições autárquicas de 2020 em todos os municípios do país.,

O político reforçou este posicionamento no final de um encontro que manteve, esta quarta-feira, com o governador de Cabinda, Eugénio Laborinho, com quem abordou aspectos relativos à vida sócio económica e política da província.

Manuel Fernandes referiu que a CASA-CE mantém a posição defendida pelo seu Grupo Parlamentar, por considerar que este obedece ao princípio da igualdade plasmada na Constituição da República.

Indicou que a CASA-CE já prepara as autarquias, não só do ponto de vista da legislação mas também da qualificação dos quadros, para que estejam a altura deste grande desafio.

Em relação à dinâmica da formação na província, Manuel Fernandes disse verificar-se um crescimento, que demonstra firmeza e vigor da mesma na região.

Lembrou que a formação política vai continuar a trabalhar, como no passado, para que nas próximas eleições gerais possa eleger, no círculo provincial, dois deputados.

Ao pronunciar-se sobre os militantes que deixaram a CASA-CE, o político considerou como sendo normal, porque "em democracia tudo acontece, ninguém é forçado a manter-se, por muito tempo, em um determinado projecto político".

 

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Mulheres do Uíge em formação sobre gestão básica de negócios

Angola Press - 3 ore 33 min fa
Uíge - Cinquenta mulheres empreendedoras de vários estratos sociais iniciaram hoje (quarta-feira), nesta cidade, uma formação sobre Gestão Básica de Pequenos Negócios, promovida pelo secretariado provincial da OMA, em parceria com o Centro Local de Empreendedorismo e Serviço de Emprego (CLESE) no Uíge. ,

Na formação, com duração de cinco dias, estão a ser abordadas matérias “como o que é o emprego”, “ marketing”, “custos e os preços”, “ o controlo do negócio”, “relações das empresas”, “tipo de custos”, entre outros assuntos ligados a gestão de negócios.

Na abertura da acção formativa, a primeira secretária da OMA no Uíge, Nazaré dos Anjos Mendes, disse que a formação visa, sobretudo, capacitar as mulheres com ferramentas essenciais para entenderem como criar um pequeno ou grande negócio, de formas a reduzir o desemprego nas diversas comunidades da província.

O projecto enquadra-se no programa do secretariado nacional da OMA de formação das mulheres de vários estratos sociais, de modos a que possam adquirir micro-finanças para o fomento e realização de negócios, visando a elevação dos seus níveis de vida e famílias.

Nazaré Mendes adiantou ainda que o secretariado da Organização da Mulher Angolana (OMA), braço feminino do MPLA, continuará a trabalhar em parceria com o CLESE para a formação de mais mulheres, com vista a contribuírem igualmente para o programa de Combate à Fome e à Pobreza, principalmente na classe feminina, e na sociedade de uma forma geral.

A responsável do partido no poder em Angola apelou também as participantes para acatarem as matérias ministradas com sentido de responsabilidade e seriedade, para que lhes possa servir de facto de ferramentas validas para os futuros negócios.

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Companhia de Dança Contemporânea no Centro Cultural Português

Angola Press - 3 ore 50 min fa
Luanda - A Companhia de Dança Contemporânea de Angola leva nos dias 26, 27 e 28 de Abril a peça ?O monstro está em cena?, no Centro Cultural Português, em Luanda.,

O movimento dos três dias, de acordo com uma nota enviada, nesta quarta-feira, à Angop, enquadra-se nas comemorações do Dia Mundial da Dança, a assinalar-se a 27 de Abril.

Para além das três exibições, o programa inclui ainda uma conversa alargada sobre a dança e as outras artes com a participação de Carlos Ferreira (escritor), Paula Nascimento (arquitecta) e Suzana Sousa (curadora), a ter lugar no Memorial António Agostinho Neto.

A companhia, à qual se deve a grande transformação do panorama da dança em Angola, foi fundada em 1991. É membro do Conselho Internacional da Dança da UNESCO.

Tem um historial de centenas de espectáculos apresentados em Angola e no exterior, com cerca dezenas de obras originais, sendo uma das referências da dança cénica angolana no mundo.

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