Angola

Futebol: Angola poderá ter apenas duas equipas nas Afrotaças

Angola Press - 49 min 9 sec fa
Luanda - 1º de Agosto e Petro de Luanda poderão ser os únicos representantes angolanos nas competições africanas deste ano, por os outros possíveis candidatos declinarem o convite para participar nessas provas por alegarem dificuldades financeiras. ,  

A informação foi avançada nesta quarta-feira pelo presidente do Conselho Técnico Desportivo da Federação Angolana de Futebol ( FAF), Jeremias Simão.

De acordo com o dirigente, apenas os “militares” e “petrolíferos” manifestaram a intenção de participar nas competições sob a égide da CAF.    

O Desportivo da Huíla, que por mérito próprio deveria representar o país na Taça da Confederação, por ser o finalista vencido da Taça de Angola, alegou razões financeiras para não fazer parte das Afrotaças, mesma situação evocada pelo Interclube, que foi chamado como substituto directo.  

A FAF enviou convite ao Sagrada Esperança, que igualmente disse não estar apto para esta prova africana.

Jeremias Simão informou que o órgão reitor do futebol nacional solicitou uma autorização à CAF, no sentido desta autorizar o Kabuscorp do Palanca a inscrever-se para disputar a Taça da Confederação, estando neste momento aguardando o seu parecer.

Apesar da equipa do Palanca ter terminado na quarta posição do Girabola2018/19 foi  relegada para o provincial de Luanda, por incumprimento nos prazos de pagamento das dívidas ao ex-internacional brasileiro Rivaldo e ao TP Mazembe da RDC.

Ainda assim a formação presidida por Bento Kangamba manifestou o interesse de ir às Afrotaças.

O prazo de inscrição finaliza a 30 do corrente.

1º de Agosto e Petro de Luanda vão competir na liga dos campeões e o Kabuscorp, caso seja aceite, participará na Taça da Confederação.

O 1º de Agosto ocupou a primeira posição do campeonato, com 67 pontos, enquanto o Petro foi segundo com menos três.

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Copa América: Argentina empata e se complica no grupo

Angola Press - 1 ora 48 min fa
Belo Horizonte - A Argentina empatou hoje a um golo com o Paraguai, em jogo da segunda jornada do grupo B da Copa América, em partida disputada no Mineirão, em Belo Horizonte. ,  

Os paraguaios marcaram primeiro por Sanchez, aos 37 minutos, mas Messi, na transformação de uma grande penalidade, restabeleceu a igualdade, aos 57.

Os argentinos, que haviam perdido na estreia frente à Colômbia, por 0-2, têm apenas um ponto, e para passarem de fase precisam vencer o Qatar, no domingo, na última jornada e esperar por uma derrota do Paraguai (segundo, com dois) diante dos colombianos, líderes e já apurados, com seis pontos.

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Hemoterapia de Ondjiva necessita de 272 bolsas de sangue

Angola Press - 2 ore 53 min fa
Ondjiva - A hemoterapia de Ondjiva, província do Cunene, necessita de 272 bolas de sangue para preencher o stock, que neste momento possui uma quantidade insuficiente para atender as solicitações de 10 a 15 transfusões sanguíneas/dia.,

 

A hemoterapia, localizada no Hospital Geral de Ondjiva, possui actualmente 28 bolsas, sendo que a sua capacidade de armazenamento de 300.

As 28 bolsas disponíveis neste momento foram doadas nesta quarta-feira, por igual inúmero de efectivos do Ministério do Interior no Cunene, no âmbito dos festejos dos 40 anos de existência do ministério, a assinalar-se a 22 deste mês.

A falta de sangue na hemoterapia de Ondjiva já se arrasta a algum tempo e para as transfusões que têm sido realizadas recorre-se aos familiares dos doentes.

Em declaração à Angop, a chefe da hemoterapia, Emília Vasconcelos, disse que antes dessa doação das 28 bolsas não havia sangue no banco, por isso é urgente que a sociedade em geral mobiliza-se neste nobre gesto de doação, uma atitude que pode salvar muitas vidas.

Informou que a hemoterapia tem cadastrados 200 doadores voluntários, que já algum tempo não doam sangue por motivo desconhecido.

A província do Cunene conta com duas hemoterapia, em Ondjiva e no hospital do Chiulo, município de Ombadja, para atender as 146 unidades sanitárias, entre as quais 41 centros de saúde, sete hospitais e 98 postos de saúde, assegurados por 77 médicos e 946 enfermeiros.

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Basquetebol: Pouca solidez defensiva dita derrota do 1º Agosto

Angola Press - 3 ore 51 min fa
Luanda - O treinador do 1º de Agosto, Jaime Covilhã, considerou hoje, em Luanda, a pouca solidez na zona defensiva como a causa da derrota frente ao Interclube, por 64-81, na final da Taça de Angola em basquetebol sénior feminina. ,  

Falando à imprensa, após falharem a revalidação o troféu nesta prova, disputada no pavilhão da Cidadela, acrescentou a instabilidade registado na defesa e no ataque, principalmente no segundo período, definiu o desaire.

Italee Lucas e Pauline Akongo, ambas do Interclube, foram as melhores marcadoras da partida com 18 pontos cada.

As “polícias” somaram o seu oitavo troféu contra treze das “militares”.

Trata-se da segunda final que envolve os dois rivais, depois das rubro-negros terem vencido a Supertaça de Angola (78-66).

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Basquetebol: Determinação das atletas dá oitavo título ao Interclube

Angola Press - 4 ore 47 min fa
Luanda - O treinador do Interclube, Apolinário Paquete, apontou nesta quarta-feira, em Luanda, a determinação apresentada pelo seu plantel como resultado da conquista da Taça de Angola de basquetebol sénior feminino, ao vencer o 1º de Agosto, por 81-64, na final disputada pavilhão da Cidadela.,

Falando à imprensa no final da partida, explicou que o seu combinado foi mais astuto, sobretudo na defesa, o que ajudou a triunfar por uma margem folgada.

 Considerou justa a conquista, porque conseguiram fechar com sucesso a linha ofensiva da  adversária,  obrigando-a a errar.

Com esta consagração, o Interclube soma oito troféus na sua galeria, contra 13 do 1º de Agosto.

 Trata-se da segunda final entre as duas formações, depois da Supertaça conquistada pelas “agostinas.”

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Moçambique: Insuficiência de informação inibe entrada no mercado americano

Angola Press - 5 ore 50 min fa
Maputo (Dos enviados especiais) - A Lei de Crescimento e Oportunidades para a África (AGOA) ainda está a ser pouco explorada pelos empresários africanos, incluindo, angolanos, por insuficiência de informações e falta de pacientes no período da tramitação dos processos.,

Aprovada pelo Congresso  dos EUA,  em Maio de 2000, a legislação  tem por objectivo  ajudar as economias da África Subsariana e melhorar as relações  económicas.

 

No  caso  de Angola, apenas  dois produtos (café) são  exportados  aos EUA, por via do AGOA.

 

Um  dos produtos é o  café  de  marca Cazengo  (produzido na província do Cuanza Norte numa área de 680 hectares), que actualmente exporta  através da empresa  Triases. Já  arrecadou 80 mil dólares  com as vendas para os EUA, no período 2016/2017, com a comercialização  de 16 toneladas  do produto empacotado e da  fazenda  Makuka.

 

A Câmara do Comércio EUA-Angola (USACC) diz  que  tem estado a ajudar  algumas  empresas a entrarem no AGOA, como é um  caso de  um investidor que quer  exportar  bebida alcoólica  produzida com malte.

 

A represente  da USACC, Maria da Cruz,  referiu que o processo está em curso,  dentro de alguns  dias poderá ser  anunciada a entrada no  mercado americano.

 

 Falando à  Angop, à margem da 12ª Cimeira  Empresarial  EUA-África, que decorre até  sexta-feira,  sem avançar nomes referiu que outra  empresa, também  com processos em curso,  quer exportar   farinha de mandioca vulgo bombó.

 

 Segundo disse, um  dos problemas neste processo reside  no facto que, quando  o mercado  americano abre  as portas para determinado produto,  no princípio as empresas  cumprem  com os volumes de produtos acordados para a exportação, mas no  segundo  carregamento o investidor  já  não consegue satisfazer  a demanda, o que  não é bom.  

 

 A insuficiência de informação, paciência na  tramitação  dos processos e custo de produção  são factores  que ainda inibem a adesão à legislação americana, além da falta  de habilidades para a elaboração de um plano de negócios  devidamente  estruturado.

 

Desta  feita, a USACC tem apresentado  parceiros com experiência  para ajudar no Know  how e melhorar  a qualidade do produto para o mercado americano de modo a aumentar  o volume de negócios, financiamentos, contactos com compradores, garantindo assim o mercado  apetecível  para o produtos.

 

“ Estamos disponíveis  para ajudar também  as empresas que  têm dificuldades financeiras  para a exportação”,  garantiu Maria Cruz, apontado o banco de crédito para importação e  exportações  dos EUA,  Exxinbank.

 

A título  de exemplo  apontou uma empresa  nacional que importava produtos americanos com capitais próprios, mas  com a intervenção da USACC conseguiram crédito do referido bano, apesar  das regras impostas  desta instituição bancária, como contas auditadas.

 

“É difícil encontrar empresas angolanas que tenham  três anos com balance ou contas  auditadas, por instituições  conhecidas”, apontou.

   

A AGOA é um mecanismo de extensão do Sistema Generalizado de Preferência (GSP) da iniciativa unilateral do Governo norte-americano, que permite o acesso de aproximadamente sete mil (7.000) posições pautais de produtos diversos, originários de países da África Subsahariana ao mercado norte-americano.

Da lista constam  produtos como  vestuário, calçado, produtos agrícolas, produtos pesqueiros, produtos químicos e equipamento de transporte.

 Facilitar o acesso ao mercado americano de produtos originários dos países beneficiários por via da remoção de quotas e tarifas aduaneiras, reforço e expansão do sector privado, em particular os negócios da mulher, encorajamento para o aumento do comércio e de investimentos entre os EUA e África; são entre outros objectivos do AGOA.

 

Foram elegíveis ao AGOA, Angola, Benim, Botswana, Burkina Faso, Burundi, Camarões, Cabo verde, Tchad, Comores, Congo, Djibuti, Etiópia, Gabão, Gana, Guiné Conacri, Guiné Bissau, Cote d’Ivoire, Quénia, Lesoto, Libéria, Madagáscar, Malawi, Mali, Mauritânia, Ilhas Maurícias, Moçambique, Namíbia, Níger, Nigéria, Ruanda, São Tomé, Senegal, Seychelles, Serra Leoa, Tanzânia, Togo, Uganda e Zâmbia.

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Síntese das principais notícias das últimas 24 horas

Angola Press - 5 ore 52 min fa
Luanda - A Agência Angola Press incluiu na sua emissão das últimas 24 horas, entre outros, os seguintes assuntos: ,

Diplomacia

Luanda - O ministro das Relações Exteriores, Manuel Augusto, defendeu, em Luanda, uma diplomacia com impacto real na economia e na sociedade angolana, tendo em vista a captação de mais investimento estrangeiro para o país.

Concurso público

Luanda - O Estado angolano poderá arrecadar cerca de USD 110 milhões com a privatização via concurso público, aberto a 16 de Junho deste ano, de quatro fazendas localizadas nas diferentes províncias do país com uma área total de 42 mil hectares.

Reformas

Luanda - A Reserva Federal (Fed) dos Estados Unidos da América (EUA) acompanha com satisfação as reformas económicas implementadas pelas autoridades angolanas, depois da suspensão em 2015 da venda de dólares a bancos sediados em Angola.

Fármacos

Luanda - O Ministério da Saúde (MINSA) está a estudar a possibilidade de reduzir ou subvencionar os preços dos medicamentos para os portadores de anemia falciforme, à semelhança dos fármacos para o tratamento de diabetes e hipertensão arterial.

Transparência

Luanda - O governador da Província de Luanda, Sérgio Luther Rescova, afirmou, quarta-feira, que a apresentação da Unidade de Contratação Pública (UCP) vai elevar a responsabilidade do GPL, passando a ter mais rigor e transparência na contratação de empresas prestadoras de serviços.

Energia

Luanda - Angola já dispõe de uma capacidade de produção de 14 megawatts de energia solar, instalada em zonas rurais, para reduzir o défice naquelas zonas, informou, em Luanda, o secretário de Estado da Energia, António Belsa da Costa.

Tecnologia

Luanda - A empresa chinesa Huawei tem disponível na 10ª edição da Feira Angotic dispositivos e tecnologia 5G que garantem fiabilidade, segurança e acidentes zero no trânsito automóvel.

Eleição

Luanda - A jornalista angolana Luísa Rogério foi eleita, em Túnis (Tunísia), membro da Comissão Executiva da Federação Internacional de Jornalistas (FIJ).

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Número de mortos em ataque a aldeias no Mali sobe para 41

Angola Press - 6 ore 1 min fa
Bamako - O número de mortos durante ataques a duas aldeias Dogon, que na segunda e na terça-feira terão sido realizados por membros da etnia fulani, no centro do Mali, subiu para 41, segundo um documento interno das Nações Unidos. ,

 

A missão da ONU no Mali (MINUSMA) relata que "dois ataques de elementos armados fulani em Yoro e Gangafani nos dias 17 e 18 de Junho resultaram na morte de 41 membros da comunidade Dogon", indica uma nota interna citada hoje pela agência France-Presse.

Durante a noite de terça-feira, o Governo maliano anunciou um "balanço provisório oficial de 38 mortos e inúmeros feridos".

De acordo com o documento da ONU, os ataques provocaram a deslocação de 750 pessoas para a localidade vizinha de Dinagourou e de um "número indeterminado" para o Burkina Faso.

O Mali tem sido palco de violência e conflitos, com especial incidência no norte do país. Para combater esta violência, várias missões internacionais estão presentes neste território da África Ocidental.

Desde 2015 que essa violência se começou a espalhar para o centro e sul do país, onde enormes áreas continuam fora do controlo das forças malianas, francesas e das Nações Unidas.

A MINUSMA anunciou no final de Maio que a sua divisão dos direitos humanos registara até então "pelo menos 488 mortes" desde Janeiro de 2018 em ataques contra membros da população fulani nas regiões centrais de Mopti e Ségou.

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Moçambique e EUA assinam memorando para intensificação das trocas comerciais

Angola Press - 6 ore 4 min fa
Maputo - Os governos de Moçambique e dos Estados Unidos da América assinaram esta quarta-feira em Maputo um memorando de entendimento para impulsionar as trocas comerciais e a remoção de barreiras aos investimentos. ,

 

O memorando de entendimento foi rubricado pelo Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, e pela secretária de Estado adjunta do Comércio dos EUA, Karen Kelley, durante a Cimeira de Negócios EUA-África, que decorre até sexta-feira, em Maputo.

 

Karen Kelley afirmou que Moçambique é o quarto país africano a rubricar este tipo de acordos com os EUA e que estes se enquadram num roteiro que levará à assinatura de acordos de comércio livre.

O memorando assinado vai permitir a identificação de projectos prioritários em áreas-chave do domínio comercial e o aproveitamento de instrumentos de dinamização das trocas comerciais.

A secretária de Estado adjunta de Comércio dos EUA assinalou que os memorandos são parte dos esforços da administração norte-americana para o incremento do comércio com África.

Falando na abertura da Cimeira de Negócios EUA-África, a secretária de Estado adjunta do Comércio assinalou que, apesar de o país ser o maior doador de ajuda humanitária para África, o comércio com o continente decresceu 62% desde 2014.

"Queremos trabalhar convosco para melhor compreender como reverter esta tendência", frisou Karen Kelley.

Kelley assinalou que o Governo norte-americano tem à disposição instrumentos financeiros e de incentivo ao investimento das pequenas e médias empresas no exterior, mas as companhias do país têm feito pouco aproveitamento dessas vantagens.

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México pede mais apoio da ONU para conter migração centro-americana

Angola Press - 6 ore 7 min fa
Nova Iorque - O chanceler do México pediu nesta quarta-feira (19) ao secretário-geral da ONU mais apoio ao plano para desenvolver a América Central e assim conter a migração irregular originada pela pobreza e pela insegurança. ,

 

Após se reunir com António Guterres na sede da ONU, o chanceler Marcelo Ebrard explicou que pediu a designação de um enviado especial para que coordene o trabalho no terreno das 14 agências da ONU que já trabalham no México e na América Central.

 

 

A migração "é um problema multilateral e consequentemente é necessário que haja uma maior participação do sistema das Nações Unidas" na "etapa da acção no terreno", informou a jornalistas o embaixador mexicano na ONU, Juan Ramón de la Fuente, também presente na reunião.

 

A reunião com Guterres foi "muito exitosa", disse o chanceler. "Não estamos pedindo a presença da ONU na fronteira", esclareceu.

 

O porta-voz de Guterres disse que "o sistema da ONU esteve muito envolvido em apoiar o México em um momento em que um grande número de refugiados e migrantes cruza seu território", e que será divulgado um comunicado sobre a reunião.

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Grécia satisfeita com apoio da UE contra a Turquia

Angola Press - 6 ore 9 min fa
Atenas - A Grécia aplaude a decisão da União Europeia que admite tomar medidas contra a Turquia, se Ancara insistir em fazer prospecção de gás na Zona Económica Exclusiva de Chipre.,

 

O assunto vai estar na agenda do próximo Conselho Europeu, depois de forte pressão dos executivos grego e cipriota.

Em entrevista à Euronews, o ministro grego dos Negócios Estrangeiros, Georgios Katrougalos, defende que "da mesma forma que as fronteiras de cada estado-membro são fronteiras da União Europeia, a Zona Económica Exclusiva de Chipre é também uma zona exclusiva da nossa União. Pedimos medidas concretas para travar esta actividade ilegal da Turquia."

Gregos e cipriotas juntaram-se na batalha diplomática pela defesa da Zona Económica Exclusiva no Mar Egeu e consideram a resposta de Bruxelas como uma vitória diplomática. ''Pela primeira vez teremos medidas concretas para tomar se a Turquia prosseguir estas provocações ilegais, por isso, tenho de dizer que considero que é uma mensagem muito boa para a Turquia," diz Georgios Katrougalos, acrescentando que "a Turquia tem de perceber que não ganha ao continuar com esta provocação. Perde capital diplomático muito importante e torna-se cada vez mais isolada na comunidade europeia. Espero que eles compreendam a mensagem e se controlem."

Na reacção, a Turquia rejeita as acusações. Numa declaração oficial, o ministro turco dos Negócios Estrangeiros, Mevlut Çavusoglü, descreve as reivindicações da Grécia e de Chipre como extremistas.

Chipre e Turquia têm estado cada vez mais protectores das zonas onde se acredita existirem reservas de gás natural. Na semana passada, o presidente cipriota emitiu mandados de captura para a tripulação de um navio que estava a fazer prospecções acusando-os de violar a soberania territorial.

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Moçambique arrecada 44,5 milhões de euros em leilão em Singapura

Angola Press - 6 ore 19 min fa
Singapura - Um leilão de rubis moçambicanos que decorreu em Singapura rendeu 50 milhões de dólares (44,5 milhões de euros) à empresa Montepuez Ruby Mining (MRM), anunciou esta quarta-feira a operadora Gemfields, em comunicado. ,

 

"Dos 90 lotes oferecidos, 84 foram vendidos (93%)" ao "preço médio de 51,99 dólares (46 euros) por quilate", lê-se no comunicado distribuído à imprensa.

A Gemfields é dona de uma mina de rubis e esmeraldas com exploração em Cabo Delgado, no norte de Moçambique.


O leilão de rubis aconteceu entre os dias 11 e 15 de Junho, no qual participaram 48 empresas.

A Gemfields realizou 12 leilões de rubis da MRM desde Julho de 2014, que geraram 512,6 milhões (456 milhões de euros) em receitas totais.

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Cunene: INADEC quer alargamento dos serviços

Angola Press - 6 ore 51 min fa
Ondjiva - Os chefes dos serviços provinciais do Instituto Nacional do Defesa do Consumidor (INADEC) defenderam hoje, quarta-feira, em Ondjiva, o alargamento dos serviços nos 173 municípios do país, para uma melhor abrangência na actividade de fiscalização.,

Num encontro nacional de auscultação com o  novo director nacional do INADEC, Diógenes de Oliveira, os chefes provinciais afirmaram que a existência destes serviços apenas nas sedes provinciais limita de certa forma a actividade do sector.

“Recebemos diariamente denúncias e reclamações dos cidadãos mas não conseguimos satisfazer porque existem municípios que ficam muito distantes das sedes provinciais, o melhor seria criar dependência em todos municípios para facilitar o trabalho”, rebateram.

Apontaram ainda outras necessidades, como o aumento do pessoal técnico, meios de transporte para facilitar a deslocação dos fiscais no campo e instalações adequadas, visto que actualmente os serviços funcionam em estruturas provisórias que não oferecem condições.

O director nacional do INADEC, Diógenes de Oliveira, em respostas às preocupações levantadas, disse que  o encontro surgiu mesmo para conhecer as necessidades de cada província e de forma paulatina serem resolvidas.

“Os problemas das 18 províncias são os mesmos, agora as que estiverem ao nosso alcance vamos intervir o mais rápido possível no sentido de melhorar a qualidade dos serviços de fiscalização dos produtos para garantir a saúde dos consumidores”, esclareceu.

Diógenes de Oliveira orientou as delegações provinciais a resgatarem a confiança dos consumidores, por meio de acções educativas, formação e sensibilização no sentido de sentirem motivados e mais participativos na denúncia das infracções cometidas pelos comerciantes.

O encontro nacional contou com a presença de responsáveos das 18 províncias do país.

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Eduardices

Folha 8 - Mer, 19/06/2019 - 23:19
Há quem possa pensar que o Eduardo Magalhães é uma caricatura de ficção no universo da política e da sociedade, em geral, na Re(i)pública da Angola do MPLA. Não! É mesmo uma daquelas personalidades que copia e inventa muitos malabarismos para continuar a gozar das boas graças dos Senhores da Guerra, os comandantes-chefes da oligarquia angolana.

Por Domingos Kambunji

O Eduardo demorou um enorme volume de parágrafos para elogiar o último congresso extraordinário do MPLA, que teve nada de extraordinário. À semelhança de análises anteriores, classificou este congresso de histórico.

Ele dizia exactamente o mesmo sobre os congressos e outros espectáculos de comédia política do MPLA no tempo do José Eduardo dos Santos. Estamos em crer que se o convidassem para fazer a apologia das campanhas políticas do Donald Trump, do Putin, do Rodrigo Duterte das Filipinas, do Obiang da Guiné Equatorial, do Nicolás Maduro da Venezuela… diria exactamente o mesmo que diz sobre João Lourenço, só trocaria o nome do actor principal da tragicomédia.

Exactamente como em congressos anteriores, o Eduardo classifica o último congresso extraordinário do MPLA como histórico. De facto esses congressos têm sido sempre muito históricos por conduzirem o país para a proliferação de histórias muito tristes, que contribuíram e contribuem para que Angola continue entre os países mais atrasados do mundo inteiro, situando-se no lugar 141, entre os piores dos piores, de acordo com a avaliação do Legatum Institute.

Nem o facto de o general Disciplina ter colocado as Forças Armadas Angolanas ao serviço do MPLA, em “prontidão combativa elevada”, acorda o Eduardo Magalhães das alucinações tão disparatadamente fanáticas.

É por isso que, no futuro, as pessoas não ficarão espantadas se após os próximos congressos do MPLA lerem exactamente a mesma crónica do Eduardo Magalhães, onde será substituído o nome do presidente do MPLA pelo nome do que vier a seguir, se o João Lourenço não der ordens superiores ao “paraLamento” para reescrever a Constituição, com o objectivo de ser presidente vitalício, tal como fizeram os chineses com o Xi Jinping.

Então vamos tirar algumas fotografias do pensamento anquilosado do Eduardo Magalhães e comentá-las:

1. O Eduardo disse que, durante o congresso extraordinário do MPLA, João Lourenço falou para toda a nação. Onde é que está a novidade? Agostinho Neto e José Eduardo dos Santos também falaram para toda a nação e essa demagogia não impediu a prática de crimes pelos presidentes e dirigentes do MPLA, nem contribuiu para que a Re(i)pública da Angola do MPLA abandonasse a posição que ocupa entre os países mais atrasados e injustos do mundo inteiro.

2. O Eduardo disse que o MPLA é o partido com maior capilaridade no nosso país? Essa capilaridade não obedece ao princípio dos vasos comunicantes das leis da Física. É por isso que na Re(i)pública da Angola do MPLA sobrevivem tantos milhões com muitíssimo pouco e vivem poucos com muitíssimos milhões.

3. João Lourenço com o discurso no congresso atingiu em cheio os anseios dos angolanos, nas mais variadas vertentes? Criou quantos empregos? Melhorou quantos hospitais? Construiu quantas escolas? Acabou com a epidemia de sarna na Huíla? Exonerou as mortes devido à fome no Bié, no Cunene, no Cuando Cubango?… Exonerou a malária? Melhorou o Sistema de Ensino nas escolas elementares e universitárias? Pagou as dívidas do fiado no estrangeiro? Interrompeu a desvalorização cavalgante do kwanza?…

4. João Lourenço acrescentou mais membros ao Comité Central do MPLA… O que tem isso de inovador num país em que todos obedecem apenas às ordens superiores de uma só pessoa, o presidente-rei com todos os poderes?

5. O Eduardo diz que o João Lourenço falou da renovação do partido? Quantas renovações já fez o MPLA desde a sua fundação “como factor inseparável à superação dos novos desafios no nosso país”, para depois se manter na prática a implementar os sempre mesmos vícios antigos?

6. O Eduardo disse que João Lourenço é fiel aos princípios que norteiam o MPLA? Será que ele queria dizer aos valores que desnorteiam? Quais são esses valores que norteiam ou desnorteiam o MPLA, um partido que muda de ideologia mais vezes do que um ser humano, com higiene apurada, muda de roupa interior? Serão os princípios dos acordos de Alvor? Serão os princípios quando decidiu iniciar a guerra civil em Angola? Serão os princípios quando decidiu fuzilar muitas dezenas de milhar de angolanos do 27 de Maio de 1977? Serão os princípios quando finalmente conseguiu a paz para os seus generais e dirigentes roubarem o dinheiro do Estado?…

7. O presidente sabe que a economia é a base que o sustentará como um politico forte? Então até agora, com tantas desvalorizações do kwanza e com os paupérrimos salários mínimos nacionais, o presidente está-se a revelar um político muito fraco!

8. João Lourenço defende a diversificação da economia, tornando-a cada vez menos dependente das receitas da exportação do crude? Então porque é que em vez de andar a plagiar os discursos do Zédu não diversificou ainda? João Lourenço prometeu fazer mais com menos dinheiro. Até agora é famoso por viajar muito para pedir mais e mais fiado.

O respeito pela Liberdade de opinião não nos obriga a aceitar como lógicas as lengalengas absurdas e fanáticas de bocas de aluguer, como é o caso do Eduardo Magalhães.

Adaptando para esta situação um poema de um poeta muito conhecido, fica no ar a pergunta: “Se o MPLA diz que quer fazer porque é que não quer fazer” e gasta o tempo todo só a prometer?

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Basquetebol: Pauline Akonga destaca-se na vitória do Interclube

Angola Press - Mer, 19/06/2019 - 23:18
Luanda- Com 18 pontos, a poste Pauline Akonga foi a atleta de destaque na consagração do Interclube na final da taça de Angola de basquetebol sénior feminino, após vencer o 1º de Agosto, por 81-64, partida disputada no pavilhão da Cidadela. ,

 

 A basquetebolista do Congo Democrático obteve o mesmo número de pontos da colega de equipa Italee Lucas, mas evidenciou-se igualmente com 10 ressaltos defensivos e uma assistência.

As militares foram as primeiras a marcar, mas rapidamente as polícias deram à volta ao resultado, período em que Italee Lucas, Rosimira Daniel, Robyns Parks, Pauline Akonga eram as melhores unidades.

Com uma postura mais aguerrida na defesa, o conjunto orientado por Apolinário Paquete passou a ser mais eficaz, que o permitiu terminar na frente do marcador por 22-19, ao fim do primeiro quarto.

 

 No segundo período, as pupilas da Jaime Covilhã entraram ainda mais inseguras, com vários passes mal executados e com várias faltas, fazendo com que o adversário dilatasse o marcador ao intervalo (47-29).

Os dois últimos períodos foram de gestão das polícias, já que a formação do Rio Seco não encontrava argumentos para as contrariar.

61-46 foi o resultado no terceiro quarto, vantagem que soube gerir até ao final do desafio.    

Com este triunfo, o Interclube resgata o titulo perdido em 2018, totalizando oito troféus contra  13 do 1º Agosto.

 Com arbitragem de Osvaldo Neto, coadjuvado por Francisco Pacheco e Fernando Seco, as equipas alinharam da seguinte forma:

1º de Agosto: Fineza Eusébio (08), Rosa Gala (05), Juda Quindanda (00), Luisa  Macuto (00), Elizabeth Mateus (05), Cristina Matiquite (06), Elonu Adaora (13), Nguendula Filipe ( 12),  Adut LulgaK (09).

Treinador: Jaime Covilhã

Interclube: Joana António (00), Italee Lucas (18), Rosimira Daniel (15), Robyns Parks ( 10), Felizarda Jorge (05),Nadir Manuel( 09), Felizarda Jorge (07), Jéssica Malage (04), Pauline Akonga (18).

 Treinador: Apolinário Paquete

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Regime do MPLA está morto, no entanto ainda não sabe

Folha 8 - Mer, 19/06/2019 - 22:38
O advogado Arão Bula Tempo, em declarações à DW (“Deutsche Welle”) considerou que a detenção do general António José Maria, antigo chefe do Serviço de Inteligência e Segurança Militar (SISM) de Angola, não passa de mais uma manobra de manipulação da opinião pública, tendo em conta os problemas sociais que o país atravessa.

Por Orlando Castro

“O Presidente da República fez muitas promessas”, numa época, a actual, em que o país está a “atravessar situações drásticas ao nível económico, provocados pelo próprio partido no poder. Creio que o Presidente, para limpar a imagem do MPLA, está a tentar encontrar algumas personalidades para responderem em tribunal, porque se for um trabalho aturado, todos aqueles que desviaram dinheiro do erário público têm que responder”, afirmou o advogado.

Também em declarações à DW, o activista social, Adão Ramos afirma que a prisão do antigo chefe do Serviço de Inteligência e Segurança Militar “não é para se levar a sério” no que concerne a um verdadeiro combate à impunidade.

“Essas pessoas detidas, são classificadas arguidas, e depois são-lhes retiradas as medidas de coacção e não acontece mais nada, tal como é o caso do deputado Higino Carneiro. Também visa consolidar o poder do Presidente da República, para mostrar que quem ainda faz alguma resistência à sua liderança, que ele tem poder suficiente para fazer o que também fez o ex-Presidente da República, que é punir, prender, enfim, fazer outras coisas para quem representa algum incómodo”, sublinhou Adão Ramos.

Dos dois últimos presidentes da República, nenhum deles nominalmente eleito, pode dizer-se que cada um ao seu estilo mas ambos filhos do MPLA, são autocratas e entendem ser os “escolhidos de Deus”, dando lições (aos angolanos) daquilo que desconhecem: ética, democracia, honra, verdade, dignidade, respeito, moral, liberdade etc..

Nas reuniões com os seus sipaios do MPLA, tal como Eduardo dos Santos, também João Lourenço puxa dos galões para, perante uma plateia subserviente, amorfa e castrada, dizer que os angolanos não devem ser expostos a situações dramáticas, citando inclusive como exemplo o que se passou no do 27 de Maio de 1977, quando foram assassinados pelo MPLA milhares e milhares de militantes do MPLA.

“Não se deve permitir que o povo angolano seja submetido a mais uma situação dramática, como a que viveu em 27 de Maio de 1977, por causa de um golpe de Estado”, afirmava José Eduardo dos Santos, procurando – o que foi uma das suas especialidades compradas com o dinheiro roubado ao Povo – branquear a sua atávica avidez pelo poder, pela tirania, pelo nepotismo. João Lourenço subscreve com certeza esta tese.

José Eduardo dos Santos até vislumbra na sua sombra um golpe de Estado. João Lourenço vive sob o efeito do mesmo fantasma. É típico dos ditadores que estão a ver o seu regime a chegar ao fim da picada. E há 44 anos que Angola tem o mesmo regime. Talvez por isso Eduardo dos Santos tenha tido ao seu lado gente como os generais Zé Maria (chefe do Serviço de Inteligência e Segurança Militar – SISM), Kopelipa (chefe da Casa de Segurança do presidente da República) e Eduardo Octávio (chefe do Serviço de Inteligência e Segurança de Estado – SINSE).

E talvez por isso, como em Maio de 1977, mandou decapitar, fuzilar, ou entrar na cadeia alimentar dos jacarés todos os que sonhavam com um futuro melhor, mais igualitário e mais fraterno para os angolanos. Os seus generais até mataram um miúdo, um menino, que só queria saber porque é que deitaram abaixo a cubata dos seus pais.

É este o regime que João Lourenço mantém incólume no essencial, tendo apenas alterado algumas partes acessórias.

A guerra legitimou tudo o que se consegue imaginar de mau no carácter de alguém, no modus operandi de um partido que domina o país há 44 anos. Permitiu ao MPLA perpetuar-se no poder, tal como como permitiu que a UNITA dissesse que a guerra era (e pelo que se vai vendo até parece que teve razão) a única via para mudar de dono do país.

É claro que, é sempre assim nas ditaduras, o povo foi sempre e continua a ser (as eleições não alteraram a génese da ditadura, apenas a maquilharam) carne para canhão.

Por outro lado, a típica hipocrisia das grandes potências ocidentais, nomeadamente EUA e Europa, ajudou a dotar o MPLA com o rótulo de grande partido com lugar cativo na Internacional Socialista. Rótulo que não corresponde minimamente ao produto. Essa opção estratégica de norte-americanos e europeus tem, reconheça-se, razão de ser sobretudo no âmbito económico.

É muito mais fácil negociar com um regime ditatorial do que com um que seja democrático. É muito mais fácil negociar com alguém que, à partida, se sabe que irá estar na cadeira do poder dezenas de anos, do que com alguém que pode ao fim de um par de anos ser substituído pela livre escolha popular.

É, como acontece desde sempre com o MPLA, muito mais fácil negociar com o líder de uma seita que representa quase 100 por cento do Produto Interno Bruto, do que com alguém que não seja dono do país mas apenas, como acontece nas democracias, representante temporário do povo soberano.

Desde 2002, o MPLA tem conseguido fingir que democratiza o país e, mais do que isso, conseguiu (embora não por mérito seu mas, isso sim, por demérito da UNITA) domesticar completamente todos aqueles que lhe poderiam fazer frente.

Angola esteve, está e estará (faz parte do ADN do MPLA) entre os países mais corruptos do mundo. A taxa de mortalidade infantil é das mais altas do mundo. E, é claro, o Povo continua a ser gerado com fome, a nascer com fome, e a morrer pouco depois… com fome.

Recordemos que, por exemplo, o então ministro Georges Chikoti disse não estar preocupado com a campanha internacional para a libertação dos então presos políticos (Revús) em Angola, jurando que eles estavam a preparar um golpe de Estado. Nada mais, nada menos. Um golpe de Estado.

Os activistas, então detidos, não eram presos políticos, afirmou o na altura ministro das Relações Exteriores, mantendo – como lhe foi ordenado pelo “querido líder” e por uma questão de sobrevivência – a tese de que os jovens activistas tinham mísseis escondidos nas lapiseiras, Kalashnikovs camufladas nos telemóveis e outro armamento pesado e letal disfarçado nos blocos de apontamentos. Só assim se compreende que estivessem a preparar um golpe de Estado.

A campanha internacional pela libertação dos activistas mostrou, aliás, que todos se esquecem que o MPLA é o único representante de Deus na Terra e que, por isso, tem poderes adivinhação que o levam até a saber com exactidão milimétrica o que as pessoas pensam.

Foram, aliás, esses poderes que permitiram a prisão dos jovens em flagrante delito: estavam nesse momento a pensar numa solução para derrubar o MPLA. E isso constitui só por si matéria de facto para os mandar matar.

Além disso, não foram necessárias outras provas. Para que serviriam ao regime as armas (as tais que estavam camufladas), ou os milhões de guerrilheiros (os tais que estavam no quintal debaixo da mangueira)? Saber o que os jovens pensavam foi condição sine qua non.

Vejamos a explicação de Georges Chikoti: “Angola é um país democrático, tem partidos políticos que participam no Parlamento. O que não se pode aceitar é que as pessoas queiram utilizar a violência como via de atingir ou alcançar o poder político”.

Quando Georges Chikoti falava, com todo o conhecimento de causa, de violência estava, obviamente, a referir-se à revolta militar que o tal exército dos jovens tinha em mente, caso não estivesse tanto calor debaixo da mangueira.

Vir agora dizer-se que o regime não sabe conviver com o contraditório e revela uma das suas facetas mais marcantes, a intolerância, é não compreender o ADN do MPLA, em que o ponto mais alto foi o massacre de milhares e milhares (talvez 80 mil) de angolanos no dia 27 de Maio de 1977.

É, aliás, não compreender que o regime do MPLA está de tal maneira moribundo que até manda prender e matar a sua própria sombra. Aliás, até mandou assassinar a tiro um “puto” que não gostou de ver os militares deitarem abaixo a “casa” dos seus pais.

De facto, tudo isto mostra que o regime do MPLA está morto, só ainda não sabe.

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Futebol: 1º de Agosto dispensa Ysa e Aquino

Angola Press - Mer, 19/06/2019 - 22:02
Luanda - O médio brasileiro Aquino e o defesa central nigeriano Ysa foram dispensados da equipa do 1º de Agosto, campeão nacional e vencedora da Taça de Angola, confirmou hoje à imprensa o treinador adjunto Ivo Traça.,

 

O adjunto de Dragan Jovic falava  no final do sorteio do Girabola, que decorreu na sede da Federação Angolana de Futebol (FAF), onde garantiu que os dois jogadores estrangeiros não vão fazer parte do plantel, bem como mais um atleta  nacional, cujo nome não citou.

Ysa e Aquino chegaram à equipa do rio-seco em 2017, onde  não conseguira lugar na equipa inicial.

Ivo Traça reiterou a aposta na conquista do Girabola e Taça de Angola e chegar a fase de grupos da Liga dos Campeões africanos, o que para tal defende uma equipa mais competitiva ao nível do continente.

Na última temporada futebolística, os rubro - negros conquistaram as duas competições internas e foram eliminados na primeira eliminatória de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões africanos.

A temporada desportiva no clube “militar” inicia a 1 de Julho com os exames médicos enquanto os trabalhos de campo arrancam  na semana a seguir.

O Girabola2019/2020 arranca a 16 de Agosto próximo.

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Ministra reprova emissão de licença de pesca fora dos marcos da lei

Angola Press - Mer, 19/06/2019 - 21:37
Moçamedes - A ministra das Pescas e do Mar, Antonieta Baptista, reprovou hoje, na cidade de Moçamedes, a emissão de licença de pesca feita fora dos marcos da lei. ,

A governante, que falava no conselho consultivo do Ministério, salientou que a revitalização do sector das pescas deve estar alinhada com o Plano de Desenvolvimento Nacional 2018/2022, que acentua o crescimento do sector não petrolifero, no qual o sector das Pescas está inserido.

Para dar resposta às metas de crescimento do PND, disse ser necessário o aumento da capacidade de pesca, melhoria das condições higio-sanitaris das zonas de pesca existentes, incentivo à criação de mais infra-estruturas de processamento de pescado em terra.

Disse ser necessário criar mais lotas e centros especializados de comercialização de pescado, do fomento à aquicultura, devendo contar com a colaboração de todos operadores pesqueiros e órgãos institucionais.

Na visão da governante, o relançamento do sector exige o comprometimento de todos, desde os funcionários do ministério até os parceiros, na defesa de valores, como lealdade a uma verdadeira parceria, legalidade, honestidade em toda a cadeia, banindo a prática de emissão de licenças fora dos marcos legais.

No conselho consultivo 2019, que conta com a participação de representantes das 18 províncias, estão em debate temas como “ medidas de gestão para o ano em curso e ponto de situação do processo de registo, “licenciamento no balcão on line e inspecção das embarcações de pesca”, procedimentos para importação e exportação de produtos de pesca e do sal, aquicultura em Angola e perspectivas futuras, plano científico de investigação Baia Farta 2019/2022.

 

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Diplomatas angolanos inteiram-se da primeira Bienal de Luanda

Angola Press - Mer, 19/06/2019 - 21:36
Luanda - A primeira Bienal de Luanda, denominada "Fórum Pan-Africano para Cultura de Paz", a ter lugar de 18 a 22 de Setembro, foi apresentada, nesta quarta-feira, aos diplomatas angolanos reunidos no VIII Conselho Consultivo do Ministério das Relações Exterior, pela ministra da Cultura, Carolina Cerqueira.,

O evento tripartido, organizado pelo governo de Angola, União Africana e a UNESCO, vai reunir vários representantes de governos africanos, da diáspora, sociedade civil, comunidade artística e científica, bem como instituições académicas e organizações internacionais.

A bienal, que para além de Luanda, realiza-se em Benguela, visa criar um espaço de reflexão sobre temas como a cultura de paz e não-violência, o papel da juventude no combate à corrupção e a difusão de obras artísticas.

Carolina Cerqueira fez saber que, no âmbito da estratégia da diplomacia cultural, o pelouro decidiu envolver os diplomatas angolanos na realização do evento, já que a bienal é de cariz internacional.

Para a governante, o certame vai propiciar aos presentes a ter uma nova visão sobre a convivência e o relacionamento mútuo entre os africanos e a diáspora.

Com a Bienal de Luanda, Angola quer promover também a harmonia e irmandade entre os povos através de actividades e manifestações culturais e cívicas, com a integração das elites africanas e representantes da sociedade civil, autoridades tradicionais e religiosas, assim como intelectuais, artistas e desportistas.

Em cinco dias de actividades, Luanda será transformada num espaço de intercâmbio e de promoção da cultura africana, envolvendo individualidades ligadas às artes, política, sociedade, entre outros.

A bienal visa ainda a criação de um movimento africano que, possa disseminar a importância da cultura de paz, tendo em conta o desenvolvimento e afirmação dos países africanos em vários domínios, particularmente na defesa dos direitos humanos e das minorias, assim como o combate à corrupção.

O programa do evento incluirá discussões em torno do papel da juventude no combate à corrupção e a protecção da mulher contra a violência doméstica, a resolução de conflitos, bem como os desafios para o reforço  do diálogo e da amizade entre os povos.

A realização  em Angola prova a vontade política do governo em estabelecer uma cooperação  cada vez mais estreita  com a Unesco com vista a promoção  de uma verdadeira cultura de paz em África e representa o reconhecimento do exemplo de Angola no fortalecimento da Paz e da reconciliação nacional.

Entre os países convidados, Egipto, Marrocos, Etiópia, Quénia, Ruanda, Mali, Nigéria, Cabo Verde, República do Congo, RDC, Namíbia, África do Sul, Brasil e Itália já confirmaram as suas presenças na Bienal de Luanda.  

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Responsável destaca vantagens da desconcentração administrativa

Angola Press - Mer, 19/06/2019 - 21:32
Moçâmedes - A vantagem do processo de desconcentração administrativa no sector das pescas, foi hoje, quarta-feira, destacado pelo director do gabinete provincial das Pesca e do Mar do Namibe, Isaac Herculano Kativa.,

O responsável, que falava durante o acto de entregue das pastas de desconcentração e delimitação das competências entre os departamentos ministerial e o governo provincial, salientou que, o processo de licenciamento transferido para as províncias implicará grande responsabilidade e dedicação, para que os utentes dos serviços sejam bem servidos.

Assegurou ainda que doravante os proprietários das embarcações de pesca artesanal deixarão de emitir licenças de pescas a partir da direcção nacional do Instituto de Pescas Artesanal (IPA), o que tem criado desconforto no exercício das actividades.

Segundo afirmou, o Ministério das Pescas e do Mar é um órgão do Executivo responsável pela elaboração, execução, supervisão e controlo da politica de gestão, ordenamento dos recursos aquáticos, actividade de pesca e aquicultura, da produção do sal, dentre outros.

Na ocasião, o presidente do IPA, Cossi Luyeye, reafirmou que o plano de transferência de competências entre os departamentos ministerial e os governos provinciais, requer uma capacitação contínua dos quadros ligados ao sector, para que estes possam contribuir de forma responsável para o desenvolvimento sócio económico do país.

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