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Covid-19: Síntese Nacional

1 ora 27 min fa
Luanda - O quadro epidemiológico nacional registou, até às 19 horas desta sexta-feira, 247 novos casos, cinco óbitos e 79 doentes recuperados.,

 

No grupo, 139 são homens e 108 mulheres, com as idades que variam de um a 72 anos.

Dos novos doentes 203 foram detectados na província de Luanda, 23 em Cabinda e 21 em Benguela.

Já os óbitos foi registado no Namibe e quatro em Luanda, sendo que quatro são homens e uma mulher,  na faixa etária  entre 43 a 78 anos.

Dos recuperados, com as idades de um a 62 anos, 56 são de Luanda e 23 do Bié.

Os laboratórios processaram 1.651 amostras na base da biologia molecular.

Nos centros de quarentena institucional permanecem 167 pessoas.

As autoridades controlam sob vigilância epidemiológica 4.71 pessoas e 3.641 estão a ser investigadas.

O Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) recebeu 244 chamadas, dais 223 relacionadas com pedidos de informação sobre a Covid-19 e uma denúncia de violação de Estado de calamidade.

Angola soma 8.829 casos positivos, com 265 óbitos, 3.884 recuperados e 5.180 activos. Dos activos, nove estão em estado crítico com ventilação mecânica invasiva, 21 graves, 121 moderados, 443 com sintomas leves e 4.586 assintomáticos.

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EUA: Biden promete vacina gratuita e acusa Trump de disseminar o virus

1 ora 42 min fa
Washington - O candidato presidencial democrata Joe Biden prometeu hoje que a vacina contra o novo coronavirus vai ser "gratuita para todos", no quadro do seu plano nacional de luta contra a pandemia, se for eleito presidente dos EUA.,

"Quando tivermos uma vacina segura e eficaz, ela deve ser gratuita para todos, tenham ou não seguro" de saúde, afirmou, quando faltam 11 dias para a eleição presidencial.

Há muito que Biden acusa Trump de ter desistido de agir em relação à pandemia do novo coronavirus, mas aumentou as críticas, acusando-o de até estar a encorajar ativamente a sua disseminação.

Procurando manter o foco da corrida presidencial na crise sanitária, que já provocou a morte a mais de 220 mil pessoas nos EUA, Biden acusou hoje Trump: "É como se tivesse decidido ir para a ofensiva em favor do vírus".

O democrata salientou que o republicano promoveu comícios, à escala nacional, sem distância social nem máscaras, e de até ter "convidado o vírus para a Casa Branca", ao manter uma abordagem descontraída em relação à mais básica das precauções.

Durante um discurso no Estado de Delaware, Biden prometeu, se for eleito, usar o seu período de transição para a Casa Branca para contactar todos os governadores, bem como os líderes locais, para apurar as suas necessidades em termos de luta contra a pandemia.

Disse também que pedirá aos governadores que determinem o uso obrigatório e generalizado da máscara e, se recusarem, ultrapassá-los-á.

Anunciou ainda que vai solicitar ao Congresso que aprove um financiamento de combate ao novo coronavirus e às suas consequências económicas até 30 de janeiro, apenas 10 dias depois da cerimónia de tomada de posse.

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Angola regista 159 mortes com Covid-19

1 ora 46 min fa
Luanda - Cento e 59 pessoas, das 265 que perderam a vida, tiveram a Covid-19 como a principal causa da morte, representando 60 por cento dos óbitos registados pelas autoridades sanitárias angolanas, desde o registo dos dois primeiros casos positivos em Angola, em Março último.,

Segundo a ministra da Saúde, que falava esta sexta-feira em conferência de imprensa sobre actualização das medidas de prevenção e combate à pandemia no país, 106 pessoas morreram por Covid-19 (a causa da morte foram outras doenças, mas testaram positivo ao novo coronavírus), representando uma taxa de 40 por cento de óbito.

Por esta razão, a ministra apela os cidadãos com outras comorbidades (doenças) a cumprirem rigorosamente com a medicação recomendada pelo especialista de saúde, para evitar o agravamento do quadro clínico, caso sejam infectados pela Covid-19.

Face ao aumento do número de casos no país, Sílvia Lutucuta alerta ainda os cidadãos a cumprirem com as medidas de prevenção, com vista a cortar a cadeia de transmissão do vírus.

Na ocasião, deu a conhecer que o país conta com mais de mil ventiladores, entre invasivos e não invasivos, para atender eventuais casos graves, mas apela as pessoas a evitarem a infecção, para “não serem conectados ao ventilador, por ser a última alternativa para a possível recuperação do doente”, que tem menos de 10% de chance de sobreviver.

“O doente é conectado ao ventilador numa situação de desespero, visando tentar salvar a vida, mas os resultados não têm sido animadores”, alertou.

Com a subida do número de casos positivos no país, o Governo e as autoridades sanitárias angolanas foram “forçados” a agravar as medidas de prevenção, através do novo Decreto Presidencial que começa a vigorar este sábado (dia 24 de Outubro) até 22 de Novembro próximo, com vista a cortar a cadeia de transmissão do vírus Sars-Cov-2 em Angola.

Com este documento, a retoma das aulas presencial no ensino primário, que estava marcada para o próximo dia 26 deste mês (segunda-feira), está cancelada, dependendo sempre da evolução epidemiológica do país.

Entre as novas medidas contidas nesse decreto, destaca-se também a redução dos dias de vendas nos mercados e venda ambulante, que voltam a ser praticadas três dias por semana (terça, quinta-feira e sábado), no horário das 6h00 às 15 horas.

Os restaurantes e similares passam a funcionar apenas até as 16 horas, para o atendimento presencial, e até as 22 horas para os serviços de take away.

Cada cerimónia fúnebre, cuja causa da morte não é covid-19, passa a contar apenas com a presença de 10 pessoas, enquanto se for por covid-19 o número de pessoas reduz para cinco.

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Covid-19: Professores aprendem técnicas de biossegurança

1 ora 56 min fa
Ucuma - Noventa e oito professores do ensino primário e secundário do município do Ucuma (Huambo) foram capacitados esta sexta-feira sobre técnicas de biossegurança a serem aplicadas nas escolas, para evitar a propagação da Covid-19. ,

Na acção formativa, na qual participaram professores das três comunas da municipalidade de Cacoma, Mundundu e Sede, foram aprimorados os conhecimentos sobre o uso correcto das máscaras faciais, a lavagem das mãos, a ventilação das salas de aulas, o distanciamento físico, entre outras medidas que concorrem para a prevenção contra a pandemia.

 

Na ocasião, o director local da Educação, Abel Paulino Machado, disse tratar-se de uma iniciativa promovida em parceria com as autoridades sanitárias e teve como lema “ Alunos e professores com o nariz dentro da máscara”.

 

“ Com esta formação, pretendemos evitar a proliferação de casos da Covid-19 nas escolas, para que os alunos e professores encontrem a segurança adequada para o êxito do processo docente/educativo”, asseverou.

 

O sector da Educação do município do Ucuma, um dos 11 da província do Huambo, tem matriculado 27 mil e 133 alunos em todos subsistemas de ensino, assegurados por um universo de 800 professores.

 

No entanto, ainda hoje, Governo angolano anunciou o adiamento do retorno das aulas no ensino primário, ao contrário dos outros níveis de ensino.

 

As aulas para as classes de transição (6.ª, 9.ª, 12.ª e 13.ª classes), bem como de todo o sistema universitário iniciaram no dia cinco deste mês, enquanto para as classes da 7ª, 8ª, 10ª e 11ª, recomeçaram no dia 19 igualmente do corrente mês.

 

Segundo o ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, Adão de Almeida, que falava em conferência de imprensa, o adiamento do retorno das aulas dos alunos do ensino primário deve-se ao aumento dos casos positivos de Covid-19 no país.

 

 

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Covid-19 infecta mais de duas mil pessoas em 15 dias

Ven, 23/10/2020 - 23:35
Luanda - Duas mil e 648 pessoas foram infectadas pela Covid-19 nos últimos 15 dias, em Angola, representando 30 por cento do número total de casos positivos registados no país.,

 

O país tem um registo de oito mil e 829 infecções, com 265 óbitos, três mil e 384 recuperados e cinco mil e 180 activos.

Trata-se de uma percentagem record registado nesse período, desde que Angola começou a registar os primeiros casos positivos de Covid-19, em Março.

Em conferência de imprensa sobre o quadro epidemiológico da pandemia no país, a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, apontou o incumprimento das medidas de prevenção e combate à Covid-19 como uma das razões do aumento exponencial de casos positivos nas últimas duas semanas.

Diante desse cenário, a governante lembrou que à Covid-19 existe e está a espalhar luto e dor nas famílias, exigindo o cumprimento rigoroso das medidas de prevenção.

“Se não cumprirmos as medidas de biossegurança, tais como a lavagem das mãos com água e sabão ou uso do álcool em gel, observar o distanciamento físico ou social, vamos chegar ao colapso total”, alertou.

Sílvia Lutucuta apelou também os cidadãos a evitar as viagens/deslocações nacionais e internacionais desnecessárias, por ser uma das vias de transmissão do vírus.

Com a subida do número de casos positivos no país, o Governo foi “forçado” a agravar as medidas de prevenção, através do novo Decreto Presidencial “extraordinário”, que começa a vigorar este sábado, 24, até 22 de Novembro próximo, com vista a cortar a cadeia de transmissão do vírus Sars-Cov-2 em Angola.

No âmbito das novas medidas foi, entre outras, adiado a retoma das aulas presenciais no ensino primário, que estava marcada para o próximo dia 26 deste mês (segunda-feira), a redução dos dias de vendas nos mercados e venda ambulante, que voltam a ser praticadas três dias por semana (terça, quinta-feira e sábado), no horário das 6h00 às 15 horas.

Os restaurantes e similares passam a funcionar apenas até às 16 horas, para o atendimento presencial, e até às 22 horas para os serviços de take away.

Cada cerimónia fúnebre, cuja causa da morte não seja à Covid-19, passa a contar apenas com a presença de 10 pessoas, e se for por Covid-19 o número de pessoas reduz para cinco.

O Governo mantém também a cerca sanitária nacional e provincial (Luanda), entre outras medidas.

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Líbia: EUA saúdam acordo de cessar-fogo e apelam à saída dos estrangeiros

Ven, 23/10/2020 - 23:31
Nova Iorque - Os EUA saudaram hoje o acordo de cessar-fogo assinado entre as partes em conflito na Líbia, sob a égide da Organização das Nações Unidas, e apelaram à saída de todos os combatentes estrangeiros.,

"O acordo é um progresso relevante para a realização do interesse de todos os líbios na desescalada, na estabilidade e na saída dos combatentes estrangeiros", consta de um comunicado da embaixada dos EUA na Líbia.

"Exortamos os atores internos e externos a apoiar de boa-fé o acordo", acrescentou-se no texto.

Desde há muito que os EUA expressam inquietação com a presença de forças militares estrangeiras no país, em particular o apoio dos russos ao marechal Khalifa Haftar, que domina o leste do país e tenta desde 2019 tomar Tripoli pela força.

À semelhança da comunidade internacional, os EUA reconhecem o governo de Tripoli, mas Donald Trump lançou a confusão no ano passado ao elogiar Haftar.

Antes dos EUA, a União Europeia também já se tinha congratulado com a acordo assinado hoje em Genebra, após cinco dias de negociações nesta cidade suíça, cuja cerimónia foi transmitida em direto pela Internet

Uma reação de sinal contrário veio do presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, que questionou a viabilidade do acordo.

"O acordo de cessar-fogo de hoje não foi concluído ao mais alto nível, mas a um nível inferior", declarou Erdogan a jornalistas em Istambul. "Para mim, parece não ter credibilidade", adiantou.

O entendimento assinado, segundo a enviada das Nações Unidas para a Líbia, Stephanie Williams, contempla um cessar-fogo "nacional, completo e permanente com efeito imediato" e a saída do país "dos mercenários e combatentes estrangeiros (...) num prazo máximo de três meses a contar de hoje".

Sobre esta saída, Erdogan expressou as suas dívidas quanto à retirada dos "combatentes pagos por Wagner", numa referência aos mercenários russos que Moscovo enviou para apoiar Haftar, que conta também com a ajuda do Egito e dos Emirados Árabes Unidos.

Ancara mantém desde janeiro um contingente militar na Líbia para reforçar as fileiras do governo de Tripoli, que conta também com o apoio do Qatar.

A Líbia tem sido palco de violência e de lutas de poder desde a queda do regime de Muammar Kadhafi em 2011.

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Hospital realiza jornadas sobre "Tuberculose em tempo de Covid-19"

Ven, 23/10/2020 - 23:26
Luanda - O Hospital Sanatório de Luanda (HSL) realiza no dia 30 deste mês as Sétimas Jornadas Científicas sob o lema "Tuberculose em tempo de Covid-19 no HSL". ,

Uma nota de imprensa da instituição hospitalar, chegada hoje, sexta-feira, à Angop, indica que o evento servirá para promover debates para o incentivo da humanização dos profissionais de saúde na prestação de cuidados aos pacientes e familiares vivendo com tuberculose (TB) e Covid-19.

 

Temas como “ Tecnologia informática e prestação de serviços em tempo de Covid-19”, “ Tuberculose multirresistente no HSL”, Importância da Implementação de um sistema de gestão de qualidade na rede de laboratório de diagnóstico de TB”, “ Imunidade, fisioterapia e Covid-19” e “ Exercícios fisioterapêuticos como prevenção da Covid-19” constam dos debates.  

 

O Hospital Santório de Luanda, vocacionado ao tratamento de pacientes acometidos com doenças do foro respiratório, com destaque para tuberculose, promoveu as suas Primeiras Jornadas Científicas no ano de 2009, com o fim da troca de experiências entre profissionais de saúde que diariamente trabalham para salvar vidas.

 

A unidade hospitalar foi inaugurada a 15 de Julho de 1972, pelo então capitão Fragata Maria Tavares Rosa do Sacramento Monteiro, na época colonial, sub-secretário de Estado da Administração Ultramarina.

 

Neste momento, o hospital, localizado no bairro Palanca, município do Kilamba Kiaxi, está a merecer obras de reabilitação e expansão, face ao avançado estado de degradação que apresentava a sua estrutura.  

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Sudão assina o seu primeiro acordo com Banco Mundial

Ven, 23/10/2020 - 23:05
Genebra - O Sudão assinou hoje um acordo com o Banco Mundial, o primeiro entre o país e a organização, poucos dias depois de ter sido anunciada a sua retirada da lista de Estados que apoiam o terrorismo. Sudão assina o seu primeiro acordo com Banco Mundial.,

De acordo com a ministra das Finanças do Sudão, Heba Mohamed Ali, o acordo, assinado na sede do Banco Mundial em Cartum, prevê a doação de 370 milhões de dólares (312 milhões de euros) ao país, dos quais 200 milhões de dólares (168 milhões de euros) provêm da própria instituição financeira, refere a agência noticiosa oficial sudanesa, Suna, citada pela espanhola Efe.

Os restantes 170 milhões de dólares (143 milhões de euros) são resultado de contribuições de parceiros europeus do país africano, como a União Europeia, Irlanda, Alemanha, Países Baixos e Grécia, acrescentou Ali.

A ministra assegurou que a doação "será utilizada para apoiar diretamente os cidadãos sudaneses, especialmente as famílias necessitadas, através do Programa de Apoio Familiar".

Do lado do Banco Mundial, o diretor regional da instituição para o Sudão, Sudão do Sul, Eritreia e Etiópia, Osman Diwan elogiou as medidas que permitiram ao país "ganhar apoio e admiração".

Para Diwan, a contribuição é "uma homenagem ao Governo sudanês pelo início de uma nova fase da democracia".

O acordo surge depois de o Presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, ter anunciado a retirada do Sudão da lista de Estados patrocinadores do terrorismo e poucas horas antes de o chefe de Estado norte-americano ter assinado uma ordem para o início da remoção do país desta lista.

A integração do Sudão nesta lista negra dos Estados Unidos, onde está desde 1993, quando foi acusado por Washington de ser cúmplice em vários ataques da Al-Qaida contra edifícios norte-americanos, impediu o acesso de Cartum a organismos financeiros internacionais e o seu relacionamento com bancos americanos e europeus.

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Movimentos palestinianos rejeitam normalização de relações Israel-Sudão

Ven, 23/10/2020 - 22:46
Gaza - A normalização das relações políticas entre Israel e o Sudão, anunciado hoje em Washington, foi contestado pelas duas principais fações palestinianas, Hamas (Faixa de Gaza) e Fatah (Cisjordânia), que a condenam e rejeitam.,

Para o Hamas, o acordo constitui um "pecado político" que prejudica tanto os palestinianos como os sudaneses, reagiu o movimento islâmico da Palestina, Hamas.

"Trata-se de um pecado político que prejudica o povo palestiniano e a sua justa causa, prejudica o interesse nacional do Sudão [...] e só beneficia [o primeiro-ministro israelita, Benjamim] Netanyahu", declarou Hazem Qassem, porta-voz oficial do Hamas, movimento no poder na Faixa de Gaza.

Por seu lado, num comunicado, a Presidência palestiniana, com sede na Cisjordânia e liderada por Mahmoud Abbas, "condena e rejeita" o acordo entre dois antigos opositores.

"O Presidente do Estado da Palestina expressa hoje a sua condenação e rejeição ao acordo destinado a normalizar os laços com o país de ocupação israelita que usurpa a terra palestiniana. Ninguém tem o direito de falar em nome do povo palestiniano e da causa palestiniana", lê-se no documento.

"É um anúncio doloroso que vai contra a história do Sudão, país que sempre apoiou a causa palestiniana, reforçou, por seu lado, Sami Abou Zuhri, um quadro do Hamas.

Os palestinianos, do movimento da Fatah, liderado por Mahmoud Abbas, que governa a Cisjordânia, ao Hamas, consideram que a normalização das relações entre Israel e os países árabes constitui deveria ser um pré-requisito para um acordo de paz israelo-palestiniano e não o contrário.

Com a queda do regime de Omar el-Béchir, em abril de 2019, os palestinianos, sobretudo o Hamas, perderam um dos principais apoiantes da causa pela independência.

Na altura, Israel acusava o Sudão de permitir o trânsito de armas no seu território, aí chegadas de barco provenientes do Irão, para, depois, serem encaminhadas, para a Faixa de Gaza, enclave palestiniano controlado pelo Hamas.

O Sudão tornou-se o terceiro país árabe a anunciar desde agosto a normalização das relações com Israel, após os Emirados Árabes Unidos e o Bahrein.

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APA aprova adiamento das aulas no ensino primário

Ven, 23/10/2020 - 22:30
Luanda - A Associação dos Professores Angolanos (APA) manifestou, nesta sexta-feira, concordância com o adiamento das aulas no ensino primário.,

 

Conforme o presidente da organização, Inácio Gonga, que falava à TPA, trata-se de uma medida acertada por parte do Executivo.

O retorno às aulas dos alunos do ensino primário (da 1.ª à 5.ª classe), que inclui a maior franja do sistema de ensino, estava previsto para o dia 26 deste mês.

No âmbito deste cronograma, elaborado pelo Governo, as aulas recomeçaram a 05 de Outubro, nas classes de transição (6.ª, 9.ª, 12.ª e 13.ª classes).

Nesta mesma data, no cumprimento da estratégia de regresso gradual, recomeçaram as aulas em todo o sistema universitário do país.

Já o retorno às aulas dos alunos da 7ª, 8ª, 10ª e 11ª classes do I e II ciclo do ensino secundário aconteceu na passada segunda-feira, 19.

Nesta nova fase, as turmas devem ser divididas em grupos de até 20 alunos. No ensino primário e I ciclo, as aulas têm a duração de 02h30, ao passo que no II ciclo do ensino secundário será de  03h30. Neste formato, não haverá intervalos.

Inácio Gonga afirma que a medida do Governo tem como objectivo preservar, em primeiro lugar, o bem comum: a vida humana.

O responsável avançou que, apesar do esforço do Executivo para dotar às escolas de condições de trabalho e de biossegurança para o reinício das aulas neste subsistema de ensino, fruto do aumento de casos de Covid-19 no país não há, objectivamente, condições para o efeito.

“Era melindroso o reinício das aulas neste subsistema de ensino. As crianças, por mais cumpridoras que sejam, não conseguem evitar o contacto físico sem um controlo rigoroso”, disse.

Apela aos agentes educativos (pais, encarregados de educação, actores políticos) a contribuírem com ideias para um retorno das aulas de forma segura, sem colocar em causa a saúde das crianças e professores.

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Recolher obrigatório vai ser levantado no sábado em Lagos, na Nigéria

Ven, 23/10/2020 - 22:16
Lagos - O presidente da câmara de Lagos, a cidade mais populosa da Nigéria, anunciou hoje que vai levantar o recolher obrigatório no sábado, permitindo que as pessoas saiam de casa, após vários dias de confrontos violentos.,


"Bom dia Lagos, hoje é um bom dia para começar a reconstruir Lagos e pôr fim à violência policial", escreveu Babajide Sanwo-Olu no Twitter, antes de anunciar na televisão que "as pessoas poderão deixar as suas casas entre as 8 da manhã e as 18 horas da noite, começando no sábado".

As declarações do autarca Babajide Sanwo-Olu surgem depois de confrontos violentos entre a polícia e os manifestantes, que levou à imposição do recolher obrigatório. Os protestos foram, reprimidos com violência na terça-feira à noite, quando 12 jovens morreram na sequência de disparos da polícia.

Hoje, já depois do discurso de quinta-feira à noite do Presidente, no qual Muhammadu Buhari admitiu que "muitas vidas foram perdidas", mas não falou da morte dos 12 jovens, as ruas de Lagos estavam cheias de elementos da polícia e forças de segurança, que inspecionavam carros e pessoas, muitas delas a caminho de casa ou em busca de comida, segundo a reportagem da agência de notícias francesa, a AFP.

De acordo com a Amnistia Internacional (AI), pelo menos 56 pessoas morreram desde o início dos protestos contra a violência policial no país, em 08 de outubro, 38 das quais na passada terça-feira em Lagos.

"O número mantém-se em 56", indicou na quinta-feira à agência Efe Isa Sunasi, responsável pela comunicação na AI na Nigéria, que exortou as forças de segurança a "agirem com contenção e precaução" e a respeitarem "o direito à liberdade de reunião e de movimento" dos nigerianos.

O número total de mortos inclui manifestantes - pelo menos 12 foram mortos no distrito de Alausa e na portagem de Lekki em Lagos na terça-feira, onde soldados abriram fogo sobre os manifestantes -, membros das forças de segurança e bandidos alegadamente contratados pelas autoridades, disse a Amnistia Internacional.

A violenta repressão de terça-feira ocorreu duas semanas após o início dos protestos sob o lema "#EndSARS", sigla da entretanto dissolvida Brigada Especial Anti-Roubo da Polícia Nigeriana, acusada de detenções arbitrárias, torturas e execuções extrajudiciais.

"As pessoas querem sentir-se protegidas. Os nigerianos querem desesperadamente o fim da brutalidade policial", disse a responsável da IA em declarações à agência Efe, quando interrogada sobre o sentimento geral nas ruas.

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Projecto Conversas Acústicas transferido para domingo

Ven, 23/10/2020 - 22:07
Luanda - A terceira edição do projecto “Conversas Acústicas” agendado, inicialmente, para a noite deste sábado, 24, foi transferida para domingo a partir das 13 horas, no Espaço Luanda, com a participação da cantora Ary.,

Segundo a responsável da produtora Step Models, Karina Barbosa, que avançou a informação à ANGOP, a alteração da data e do horário surge na sequência das novas medidas anunciadas pelo Governo no quadro do combate e prevenção da Covid-19.

Karina Barbosa avançou que o espaço tem as condições de biossegurança e distanciamento físico garantidas.

“O Espaço Luanda dispõe de todas as medidas de biossegurança requeridas e assegurado está igualmente o distanciamento social e a ocupação de apenas 50% da sua capacidade”, reforçou.

O evento consiste em noites multiculturais de sons, sabores e histórias, contadas, cantadas, saboreadas e apreciadas num ambiente intimista.

O artista vai partilhar a história da sua trajectória através das músicas que mais a marcaram, enquanto o chef Rui Sá apresentará um menu de degustação especialmente criado para a ocasião, composto por quatro pratos.

O artista plástico David Dombel completará o elenco das artes, com uma mini-exposição e a criação de uma obra ao vivo sob o olhar atento do público durante a noite, que poderá ser depois adquirida no local.

O projecto é uma série de 12 “experiências únicas e inéditas em Angola, que semanalmente, aos sábados, vão juntar a música, a gastronomia e as artes plásticas, em noites interactivas destinadas a despertar os cinco sentidos”.

O conceito é unir a música, o fine dinning e a pintura, mostrando o que de melhor a cultura e o turismo de Angola têm a oferecer.

Ariovalda Eulália Gabriel, seu nome oficial, tem no mercado três discos e inúmeros troféus conquistados, entre os quais dois Top dos Mais Queridos.

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Ministro zambiano da Habitação visita obras na EN100

Ven, 23/10/2020 - 21:56
Lobito - O ministro zambiano da Habitação e Desenvolvimento de Infra-estruturas, Vicente Mwala, manteve, nesta sexta-feira, contacto com o projecto de reabilitação da estrada nacional (EN100).,

 

A estrada EN100 está dividida em seis lotes, três dos quais estão concluídos, dois em fase de execução e um que aguarda financiamento.

O governante, que esteve no Lobito por algumas horas, recebeu informações sobre a reabilitação do troço Lobito/Culango, lote 6, na província de Benguela.

De acordo com o técnico do Instituto Nacional de Estradas de Angola (INEA), José Alexandre, a reabilitação deste troço, com  uma extensão de 39 quilómetros, está avaliada em Akz 27 milhões, 513 mil e 724.

Falando à imprensa, o ministro zambiano manifestou o desejo do seu país em restaurar, o mais rapidamente, as relações comerciais e culturais com Angola.

Lembrou que o seu país está a realizar acções no plano rodoviário para alcançar a fronteira entre a Zâmbia e Angola e facilitar as transportação de mercadorias pelo CFB.

Espera que Angola trabalhe no mesmo sentido para que estas acções se tornem uma realidade.

O CFB faz parte do O Corredor do Lobito, que começa no Porto do Lobito, atravessa o território angolano em direcção ao Leste e cruza as regiões mineiras da República Democrática do Congo, na província de Katanga, e a chamada cintura do cobre na Zâmbia.

A via de carácter internacional, que liga a vizinha Namíbia através do Posto fronteiriço da Santa Clara, tem uma extensão aproximada de mil 540 quilómetros.

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Ministros zambianos avaliam Corredor do Lobito

Ven, 23/10/2020 - 21:47
Lobito - Os ministros zambianos dos Transportes e da Habitação e Desenvolvimento de Infra-estruturas, Lole Kafwaya e Vicente Mwala, avaliaram, nesta sexta-feira, o grau de operacionalidade do Caminho de Ferro de Benguela (CFB) e do Porto do Lobito.,

 

Durante as visitas, os dois governantes receberam informações sobre o funcionamento das instituições, que fazem parte do Corredor do Lobito, com destaque os dados relativos aos volumes de mercadorias movimentadas mos últimos meses.

O Corredor do Lobito começa no Porto do Lobito, atravessa o território angolano em direcção ao Leste e cruza as regiões mineiras da República Democrática do Congo, na província de Katanga, e a chamada cintura do cobre na Zâmbia.

O Corredor favorece os negócios das grandes e das pequenas empresas. A ligação ferroviária permite, por exemplo, o transporte rápido do enxofre do Porto de Lobito para a República Democrática do Congo. E há potencial para servir outros mercados do sul do continente africano.

O Porto e o CFB estão intrinsecamente ligados na transportação de mercadorias por via do caminho-de-ferro e do mar, para países europeus e asiáticos, com destaque nos últimos tempos para a China.

No final da visita, o ministro zambiano dos Transportes, Lole Kafwaya, manifestou-se impressionado e assegurou o relançamento das relações comerciais e culturais já existentes entre os dois povos, que acredita, trazerem desenvolvimento para a região.

Para Lole Kafwaya, a visita ao Lobito foi uma mais-valia, na medida em que sai de Angola com a percepção das potencialidades do Corredor do Lobito.

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Autoridades dão início à plantação de 45 mil árvores

Ven, 23/10/2020 - 21:41
Huambo - O Governo do Huambo procedeu hoje, sexta-feira, à plantação de 45 mil árvores das espécies casuarina, ficus, acácias e eucalipto, nos 11 municípios da província, no quadro das acções para a conquista do título de capital ecológica de Angola.,

A campanha de arborização, denominada “Huambo capital ecológica, plantemos pela sustentabilidade”, foi lançada pela governadora da província, Lotti Nolika, e vai decorrer até Dezembro do ano em curso.

Em declarações à imprensa, Lotti Nolika reafirmou o compromisso do Governo de continuar a lutar pela concretização do desafio, através da aposta em acções que concorram para a melhoria do meio ambiente nesta circunscrição do território nacional.

Acrescentou que o alcance deste feito constitui uma das prioridades da sua governação, por considerar o ambiente um dos factores indispensáveis para a garantia do bem-estar dos cidadãos.

Neste sentido, a governante prometeu trabalhar com as instituições de ensino  e a sociedade, em geral, no sentido de se alcançar os objectivos preconizados.

Na ocasião, a responsável considerou fundamental o contributo e a  colaboração dos meios de comunicação social e líderes comunitários na sensibilização da sociedade sobre a necessidade da protecção das árvores, em função da sua importância para a conservação do meio ambiente e na saúde humana.

Por sua vez, o director do gabinete do  ambiente e serviços comunitários do Governo do Huambo, Osvaldo Pakissi, fez saber que, durante o primeiro dia da campanha, foram plantadas mil mudas de causarina, acácias e ficus, no perímetro entre a passagem de nível do bairro do São Pedro até ao rio do Lufefena, arredores desta cidade.

Ainda de acordo com Osvaldo Pakissi, neste perímetro serão plantadas, nos próximos dias, outras duas mil árvores das mesmas espécies, fundamentalmente paisagísticas, com o objectivo de melhorar o aspecto da cidade.

Já em relação às demais localidades da província, explicou que a campanha de arborização será desenvolvida com a inclusão do eucalipto, numa forma sistemática, de acordo com a configuração urbana, a estrutura e a caracterização do terreno.

Situada no Planalto Central de Angola, a província “luta” para transformar-se na Cidade Ecológica do país, através da aposta na educação e protecção ambiental, bem como na definição e implementação de projectos com impacto directo no ambiente.

Com uma extensão territorial de 35 mil e 771 quilómetros quadrados, vivem nesta região pelo menos dois milhões e 519 mil habitantes.

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Angola participa na 27ª reunião do Comité de Informação sobre Biodiversidade

Ven, 23/10/2020 - 21:40
Luanda - O estabelecimento de novas parcerias para a disseminação de dados sobre a biodiversidade e a mobilização de recursos financeiros constituem alguns dos principais assuntos abordados na 27ª reunião do Comité de Gestão do Sistema Global de Informação sobre Biodiversidade (GBIF, em Inglês), que contou com a participação de Angola.,

Segundo uma nota de imprensa, o fórum realizado por vídeo-conferência, de 20 a 22 de Outubro, apreciou também a estratégia dos GBIF para a mobilização de dados, bem como o programa para 2021 e o reforço dos nós nacionais de diferentes países.

Integraram a delegação de Angola, o secretário de Estado para a Ciência, Tecnologia e Inovação, Domingos da Silva Neto (Chefe de Delegação), a secretária de Estado para as Pescas, Esperança da Costa (em representação do Nó Nacional do GBIF) e os técnicos Domingos Francisco do Centro de Botânica da Universidade Agostinho Neto e Elizene Serôdio do Ministério do Ensino Superior, Ciência e Tecnologia.

Na ocasião, a delegação angolana referiu que para o ano 2020 tinha sido projectado um bom plano estratégico que incluía a identificação de instituições produtoras de dados de biodiversidade, o reforço de capacidades, a implementação do Nó Nacional, bem como a preparação de uma proposta de política de dados para gestão de dados científicos, incluindo os relacionados com a biodiversidade.

A delegação angolana considerou que à excepção do estabelecimento dos produtores de dados de biodiversidade, muitas coisas ficaram por se fazer neste ano da covid-19.

O documento refere que há necessidade de, em estreita cooperação com o secretariado do GBIF e do seu Gabinete Regional Africano, se encontrar a melhor forma de se pôr em prática algumas acções ou actividades adiadas, especialmente às relacionadas com a capacitação das instituições angolanas, para que elas próprias pudessem começar a publicar os dados e informações recolhidos.

A nota sublinha a “ implementação efectiva do Nó Nacional e para estabelecer uma verdadeira rede nacional, uma vez que tem cinco anos como Participante Associado".

Participaram da reunião 122 responsáveis 57países e cerca de 30 organizações internacionais, destacando-se a África do Sul, Argentina, Brasil, Austrália, Bélgica, Benin, Canadá, China, Dinamarca, Estados Unidos da América, Japão, Espanha, Holanda, Noruega, Portugal, Suécia, Madagáscar, França, Nigéria, Mauritânia, Togo, República Democrática do Congo e República da Coreia, Mauritâniae Timor Leste.

Nesta reunião, Angola, que está no comité de gestão deste órgão desde a 26ª reunião, aproveitou reforçar os laços com os países de expressão portuguesa, bem como com o coordenador da Região de África e ainda com a Espanha.

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UE condena violência antes das presidenciais na Côte d'Ivoire

Ven, 23/10/2020 - 21:31
Bruxelas - A União Europeia (UE) condenou hoje a violência na Côte d'Ivoire e manifestou a sua "preocupação" com a incerteza em torno das eleições presidenciais marcadas para 31 de outubro.,

"Nas vésperas da primeira volta das eleições presidenciais na C, a União Europeia deplora a grave violência dos últimos dias e manifesta a sua preocupação pela falta de consenso em torno do processo eleitoral", disse o chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell.

A oposição da Costa do Marfim rejeitou na quinta-feira as concessões propostas pelo Governo sobre uma reforma da comissão eleitoral para acabar com o boicote às eleições e os confrontos em várias cidades, que fizeram pelo menos 11 mortos em Dabou, 50 quilómetros a oeste de Abidjan.

"A UE apela uma vez mais aos atores políticos para acelerarem o diálogo sobre os pontos de desacordo, e insta os vários grupos políticos e ativistas a rejeitarem explicitamente qualquer uso de violência e ameaças", reforçou Josep Borrell.

A União Europeia está preocupada com as tentativas de impedir que os cidadãos possam exercer o seu direito de voto e apela às instituições responsáveis pelas eleições para que "façam todo o possível para realizar eleições transparentes e credíveis, cujos resultados reflitam a forma como os marfinenses votam".

As declarações de Borrell surgem após a Frente Popular da Costa do Marfim (FPI), da oposição, ter afirmado que pelo menos dez pessoas foram mortas em confrontos pré-eleitorais no país desde o apelo à "desobediência civil" lançado pela oposição no início da campanha eleitoral.

Na quarta-feira, o Governo abriu a porta a uma reforma da Comissão Eleitoral Independente (CEI), um organismo que a oposição considera ser "subserviente" ao regime do Presidente, Alassane Ouattara.

Para os opositores de Ouattara, este não tem direito a candidatar-se a um terceiro mandato.

Eleito para a Presidência em 2010, quando substituiu Laurent Gbagbo, e reeleito em 2015, Ouattara tinha anunciado em março que não iria tentar um terceiro mandato, acabando por mudar de ideias após a morte do seu delfim, o primeiro-ministro Amadou Gon Coulibaly, em 08 de julho deste ano.

A Constituição da Côte d'Ivoire prevê um máximo de dois mandatos, mas o Conselho Constitucional decidiu que, com a aprovação de uma nova versão do texto fundamental do país, em 2016, o número de mandatos de Ouattara foi reposto a zero, algo contestado pela oposição.

Na Costa do Marfim paira um receio de uma repetição de mortais episódios de violência, à semelhança do que aconteceu após as eleições presidenciais de 2010.

Estima-se que 3.000 pessoas tenham morrido devido à recusa de Laurent Gbagbo em admitir a derrota face a Ouattara.

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ADRA recomenda reforço dos serviços de saúde sexual e reprodutiva

Ven, 23/10/2020 - 21:23
Malanje - A Acção para o Desenvolvimento Rural e Ambiente (ADRA) Antena-Malanje recomendou hoje (sexta-feira) a mobilização das distintas organizações da sociedade civil, em prol do reforço dos serviços de saúde sexual e reprodutiva em contexto da covid-19.,

A recomendação saiu do 10º Módulo de Formação sobre Saúde e Direito da Mulher, que durante dois dias juntou mulheres de vários estratos sociais para abordar aspectos ligados à saúde reprodutiva da mulher, feminização da infecção por VIH/SIDA e promoção do género.

O encontro recomendou igualmente a multiplicação da informação sobre a saúde sexual reprodutiva, de modo a permitir que a população adulta conheça os seus direitos neste domínio e evitar tabus, há muito enraizados no seio das comunidades.

A conjugação de esforços entre instituições públicas e privadas no desenvolvimento de acções que ajudem a promover o equilíbrio entre os géneros, tendo em conta a necessidade de se continuar a empoderar a mulher, consta ainda das recomendações.

Por outro lado, os participantes ao encontro concluíram ser necessário a contínua reflexão sobre o papel da mulher no desenvolvimento sustentável das comunidades e apelaram às instituições académicas no sentido de incluírem nos seus planos curriculares a abordagem do género, com vista a contribuir para a edificação de uma sociedade cada vez mais equitativa.

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Nova central solar vai sustentar planos de expansão de energia - PR

Ven, 23/10/2020 - 21:16
Maputo - O Presidente moçambicano defendeu hoje que a nova central solar em Cabo Delgado vai "sustentar os planos de expansão da rede elétrica", reiterando o objetivo de ver todos postos administrativos do país eletrificados até ao fim da sua governação.,

"A central será uma infraestrutura que irá contribuir para a melhoria da qualidade e segurança no fornecimento de energia elétrica e sustentará os planos de expansão de eletricidade para vários pontos administrativos, atendendo à crescente procura de energia elétrica na região norte", declarou Filipe Nyusi, falando durante o lançamento da primeira pedra para a construção da Central Solar de Metoro, no norte de Moçambique.

A infraestrutura, orçada em 56 milhões de dólares e a ser construída em nove meses, terá capacidade para produção, a partir de painéis solares, de 41 megawatts, o equivalente ao consumo de 150 mil pessoas, e será conectada à subestação da Eletricidade de Moçambique em Metoro, no distrito de Ancuabe (Cabo Delgado).

"A província não está a ver a dimensão, é um projeto muito grande", declarou o chefe de Estado moçambicano, acrescentando que o empreendimento enquadra-se no plano do seu Governo de ver todos os postos administrativos moçambicanos com eletricidade até ao final do seu ciclo de governação.

Do total de 416 sedes de postos administrativos do país, 135 ainda não têm energia elétrica da rede nacional, segundo dados oficiais.

A nova central solar estará localizada a 90 quilómetros de Pemba, capital provincial de Cabo Delgado (norte do país), no distrito de Ancuabe, a 150 metros da Estrada Nacional Número 1.

São acionistas da central a francesa Neoen (75%) e a Eletricidade de Moçambique (25%), sendo que o financiamento do projeto é prestado pela Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), com um empréstimo de 40 milhões de dólares (34 milhões de euros), e o remanescente pelo Governo moçambicano.

O empreendimento está a ser erguido numa província que é palco há três anos de ataques armados desencadeados por forças classificadas como terroristas, embora não se registem incursões destes grupos na zona onde a central estará localizada.

A violência armada em Cabo Delgado tem afetado distritos localizados mais a norte da província.

Ao todo, o Governo moçambicano e as organizações de socorro, nomeadamente as agências das Nações Unidas, apontam para um total de 300.000 deslocados devido ao conflito armado de Cabo Delgado.

Há diferentes estimativas para o número de mortos, que vão de mil a 2.000 vítimas.

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Covid-19: Incumprimento de medidas contribui no aumento de casos

Ven, 23/10/2020 - 21:15
Luanda - A ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, afirmou hoje, sexta-feira, que o aumento de casos de Covid-19, nas últimas duas semanas, 30 por cento do total de casos, deveu-se ao incumprimento das medidas plasmadas no Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade, em vigor.,

A governante, que falava em conferência de imprensa sobre o quadro epidemiológico da Covid-19 no país, referiu que o vírus Sarc Cov 2 existe e está a espalhar luto e dor nas famílias, pelo que o não cumprimento das medidas é fatal.

“ Se não cumprirmos com as medidas de biossegurança como lavagem das mãos com água e sabão ou uso do álcool em gel, observar o distanciamento físico ou social, vamos chegar ao colapso total”, alertou.

Fez saber que se deve evitar chegar-se a situação de não existência de camas, razão pela qual a responsabilidade é individual e colectiva.

O país contabiliza, actualmente, 8. 829 casos positivos, com 265 óbitos, 3. 384 recuperados e 5. 180 activos.

Dos activos, nove estão em estado crítico com ventilação mecânica invasiva, 21  graves e 121 moderados.

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